Justiça nega liberdade a suspeito de assassinar servidora pública
Redação DM
Publicado em 20 de fevereiro de 2018 às 11:41 | Atualizado há 8 anos
O homem preso suspeito de matar a namorada Giselle Evangelista teve a prisão em flagrante convertida em preventiva após passar por audiência de custódia nesta segunda (19/02). O comerciante José Carlos de Oliveira Júnior, de 37 anos, confessou o crime e disse que matou a mulher após briga por ciúmes de vídeo em celular.
O Juiz Oscar de Sá Neto, argumentou que a decisão de converter a prisão para preventiva, se deu, principalmente porque o suspeito fugiu da polícia. Além disso, a gravidade do crime também justifica a decisão do magistrado.
O advogado do suspeito disse, em entrevista à TV Anhanguera, que vai recorrer da decisão.
A mulher foi encontrada morta na tarde de sexta-feira (16/02) no apartamento de José Carlos. O corpo estava em cima da cama com sinais de asfixia e com hematomas.
Após a audiência, os familiares e pessoas que aguardavam o resultado no Fórum se revoltaram contra o homem. Eles o chamavam de assassino e correram atrás do preso que era escoltado por policiais.
O filho da vítima, Hian Evangelista Gonçalves Ferreira precisou ser socorrido por familiares porque passou mal ao ver o suspeito.
(Foto reprodução Polícia Civil)