Cotidiano

Mapa do desemprego

Redação DM

Publicado em 18 de agosto de 2016 às 02:43 | Atualizado há 10 anos

A taxa de desocupação ou desemprego no segundo trimestre de 2016 foi estimada em 10,2% para Goiás, ante 10,0% do trimestre imediatamente anterior. Em relação ao segundo trimestre de 2015, a taxa de desocupação goiana aumentou 2,9 pontos percentuais, já que era 7,3% naquele trimestre.

Ainda assim, esta taxa, em Goiás, ficou abaixo da nacional no segundo trimestre de 2016, que aumentou 3,0 pontos percentuais, saltando de 8,3% para 11,3% entre o segundo trimestre de 2015 e o segundo trimestre de 2016. A taxa de desocupação do segundo trimestre de 2016 foi a maior registrada pela pesquisa, tanto para o Brasil quanto para o Estado, desde seu início em 2012. Os dados da Pnad foram divulgados ontem, 17, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O nível da ocupação (indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar) foi estimado em 59,2% no segundo trimestre de 2016 em Goiás, 1,5% inferior ao nível da ocupação do mesmo trimestre de 2015. Com isso, em um ano, houve aumento de mais de 100 mil desempregados no estado.

A população desocupada em Goiás passou de 253 mil no segundo trimestre de 2015 para 359 mil pessoas no segundo trimestre de 2016. Por sua vez, o número de pessoas de 14 anos ou mais de idade ocupadas na semana de referência como empregado no setor privado com carteira de trabalho diminuiu de 1,219 milhão no segundo trimestre de 2015 para 1,161 milhão no segundo trimestre de 2016.

Rendimento médio

No Estado, o rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, foi estimado em R$ 1.851,00 no segundo trimestre de 2016, inferior ao valor do segundo trimestre de 2015 (R$ 1.933,00) e ligeiramente menor do que o valor do primeiro trimestre de 2016 (R$ 1.857,00). Esse rendimento foi menor que o estimado para o Brasil, que no segundo trimestre de 2016 foi de R$ 1.972,00.

Na Região Metropolitana de Goiânia, a taxa de desocupação do segundo trimestre de 2016 foi de 9%, três pontos percentuais acima para o mesmo período de 2015. No município de Goiânia, esta taxa foi estimada em 7,7% no período, inferior à do primeiro trimestre de 2016 (9,1%), só que bem acima da observada no segundo trimestre de 2015 (4,9%). Esses resultados sugerem que a maior incidência de desemprego em Goiás é observada no interior do Estado.

Já o rendimento médio real de todos os trabalhos do goianiense foi estimado em R$ 2.602,00 no segundo trimestre, superior ao do trimestre anterior (R$ 2.558,00) e inferior ao do segundo trimestre do ano de 2015 (R$ 2.663,00). Na Região Metropolitana de Goiânia, este rendimento foi R$ 2.218,00 no segundo trimestre de 2016, R$ 2.168,00 no trimestre imediatamente anterior e R$ 2.268,00 no segundo trimestre de 2015.

 

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