Militantes que picharam Câmara com lama são acusados de crime ambiental
Redação DM
Publicado em 26 de novembro de 2015 às 01:10 | Atualizado há 11 anosBRASÍLIA – Quatro militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que participaram de um ato dentro da Câmara na quarta-feira em foram transferidos para uma unidade da Polícia Civil e continuam presos. Eles são acusados justamente de cometer crime ambiental por terem pichado uma das paredes da Câmara.
Os manifestantes escreveram a palavra “morte” com lama. O chão também ficou sujo de lama. Houve confronto entre os militantes e agentes da Polícia Legislativa da Câmara, com uso da violência. Depois do episódio, servidores da limpeza retiraram a sujeira com facilidade e logo o trecho do corredor foi liberado para quem circula pela Casa.
Em nota, o MST reafirmou que se tratou de uma intervenção teatral. Os militantes estão presos na Delegacia de Polícia Especializada. Os advogados do movimento entraram com um habeas corpus tentando liberar os quatro.