Cotidiano

O que releva o saldo positivo de empregos no Estado de Goiás

Redação DM

Publicado em 14 de setembro de 2020 às 19:10 | Atualizado há 1 ano


José Alves

Tudo começou no final de 2019, na China, e ninguém poderia imaginar que um surto local se tornaria o que hoje conhecemos como a pandemia do novo coronavírus. No começo, ninguém jamais ousou pensar que atingiria a proporção dos dias atuais, tanto em número de infectados, como em número de vítimas fatais espalhadas pelo mundo.

Tudo era novo: sintomas, evolução, diagnóstico e prognóstico. Tudo era (algumas coisas ainda são) incerto. O que se tornou certo e constante foi o medo de se viver em uma pandemia: como sobreviver em meio a tantas notícias ruins e tanta desesperança?



No meio disso tudo, o mundo viveu uma crise na saúde, com a insuficiência de leitos, insumos hospitalares e material humano para socorrer as vítimas que precisaram de suporte hospitalar para sobreviver, e viveu, concomitantemente, uma crise econômica, que devastou milhares de postos de empregos e oportunidades de trabalho, o que, certamente, causou enorme desestabilidade emocional àqueles que dependiam de seus empregos para garantir a subsistência própria e familiar, especialmente vendo-se sem dinheiro para pagar as contas mais elementares de uma casa.

Em Goiás, após a confirmação dos primeiros casos do novo coronavírus, considerando a necessidade de isolamento social da população e fechamento/paralisação de grande parte das atividades comerciais e industriais, apesar de no primeiro semestre o Estado ter apresentado saldo negativo, os indicadores econômicos atuais revelam bons resultados. No dia 30 de julho, foi publicado pelo Ministério da Economia o saldo dos empregos no Estado no mês de junho por meio de um balanço feito pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o resultado foi positivo, com um saldo de 4.334 empregos formais com Carteira de Trabalho assinada, o que sinaliza uma variação de 0,36%. No mesmo mês, a indústria goiana cresceu 5,4%, o melhor desempenho do ano.

Isso coloca Goiás na terceira posição nacional entre todos os Estados e Distrito Federal em números absolutos na geração de empregos. Dos cinco setores da economia, apenas o de serviços teve resultado negativo. Nos demais (agropecuária, comércio, construção e indústria), o saldo foi positivo.

O secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Adonídio Neto, considera esse resultado muito importante para a recuperação da economia de Goiás e acredita que o Estado será, certamente, o primeiro a sair da crise econômica provocada pela Covid-19: “O trabalho do governo goiano está no caminho certo e os resultados aparecem. Nossa indústria foi a única do País a registrar crescimento em junho e, agora, o saldo de empregos do Caged é positivo. Isso nos motiva a seguir perseguindo resultados ainda mais importantes para fortalecer nossa economia”, frisou.

A GoiásFomento, por sua vez, seguindo as diretrizes do plano de governo do governador Ronaldo Caiado e alinhado aos ditames da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços, está operando com diversas linhas de crédito de caráter emergencial para socorrer os micro e pequeno empresários, linhas estas que, além de oferecer o crédito com os menores juros do mercado, ainda possibilitam o acesso ao financiamento por meios muito menos burocráticos e céleres, o que certamente contribui tanto para a manutenção das atividades comerciais quanto para a manutenção e geração de novos postos de trabalho e emprego.

Para conhecer essas linhas de crédito lançadas para socorrer o micro e pequeno empreendedor individual, bem como as demais linhas com as quais a GoiásFomento tradicionalmente opera, os pretensos clientes podem se informar, em dias úteis, entre as 9h e as 17h, pelo telefone (62) 3216-4900 ou pelo e-mail [email protected], visto que os atendimentos presenciais na agência estão suspensos, atendendo às recomendações emanadas pelo Governo de Goiás para evitar aglomerações de pessoas em espaços públicos devido à pandemia da Covid-19.

José Alves é diretor Administrativo e Financeiro da GoiásFomento


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