Oito PMs são condenados por tortura e morte do caso Amarildo
Redação DM
Publicado em 1 de fevereiro de 2016 às 15:46 | Atualizado há 10 anos
Depois de quase dois anos do desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza, na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), a Justiça do Rio condenou oito policiais militares por tortura seguida de morte, ocultação de cadáver e fraude processual.
Amarildo foi torturado e morto em julho de 2013, quando desapareceu na favela da Rocinha após ser levado por policiais para um interrogatório na sede da UPP do local. O major Edson Santos, comandante da UPP na época, foi condenado a 13 anos e sete meses de prisão.
Segundo os autos do processo, o ajudante de pedreiro teria sido levado à sede da UPP na favela da Rocinha, supostamente com o objetivo de fornecer informações sobre o local em que uma facção criminosa guardaria armas e drogas. De acordo com a acusação feita pelo Ministério Público, Amarildo não resistiu a sessão de torturas e morreu dentro do local.
Com informações do O Dia