Polícia científica coleta DNA de mais de 1,4 mil detentos em 15 presídios de Goiás neste sábado (23/05)
Redação Online
Publicado em 23 de maio de 2026 às 12:12 | Atualizado há 2 meses
As amostras seguirão para o Laboratório de Biologia e DNA da corporação | Foto: Reprodução
A Polícia Científica de Goiás realiza neste sábado (23/05) a “Operação in Loco”, força-tarefa voltada à coleta de material genético de detentos custodiados no sistema prisional goiano. A ação ocorre em 15 unidades prisionais do Estado e deve incluir mais de 1,4 mil novos perfis no Banco de DNA utilizado em investigações criminais.
Segundo a Polícia Científica, o objetivo é ampliar a capacidade de identificação de autores de crimes violentos por meio do cruzamento de perfis genéticos com vestígios biológicos coletados em locais de crime. As amostras seguirão para o Laboratório de Biologia e DNA da corporação.
De acordo com o órgão, todas as coletas seguem previsão legal e obedecem a protocolos técnico-científicos e às regras da cadeia de custódia. O banco genético permite comparar materiais biológicos encontrados em vítimas e cenas de crimes com perfis cadastrados.