Cotidiano

Polícia Civil de Goiás prende suspeitos de facção que movimentou mais de R$ 320 milhões com empresas de fachada

Redação Online

Publicado em 9 de julho de 2026 às 20:48 | Atualizado há 2 horas

Polícia Civil cumpre mandados da Operação Destroyer em Goiás e Santa Catarina | Foto: Reprodução
Polícia Civil cumpre mandados da Operação Destroyer em Goiás e Santa Catarina | Foto: Reprodução

Uma operação da Polícia Civil de Goiás mira, nesta quinta-feira (09/07), um grupo suspeito de integrar facção criminosa ligada ao tráfico de drogas e movimentar mais de R$ 320 milhões por meio de empresas de fachada. A 13ª fase da Operação Destroyer cumpre 21 mandados de busca e apreensão e 15 de prisão em Goiás e Santa Catarina, além de determinar o bloqueio de R$ 160 milhões em bens e valores.

De acordo com os policiais civis, o aprofundamento das investigações identificou o suspeito responsável por coordenar a distribuição de drogas e também outros três supostos operadores financeiros, encarregados de receber, movimentar e ocultar os recursos provenientes das atividades criminosas.

A análise do fluxo financeiro revelou uma sofisticada estrutura de lavagem de capitais, composta por ao menos sete empresas de fachada utilizadas para receber e movimentar dinheiro. As investigações apontam, ainda, para a suposta participação de uma fintech formalmente vinculada aos suspeitos.

O investigado apontado como líder do esquema criminoso possui diversas condenações criminais que, somadas, ultrapassam 106 anos de pena, pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, roubo a banco e homicídio. Ele foi preso na última sexta-feira (03/07) no Setor Marista, em Goiânia.

A ação é um desdobramento da Operação Reincidentes, deflagrada em novembro do ano passado, que desmantelou uma célula de organização criminosa na região sul de Goiânia. À época, 10 integrantes da facção foram presos.


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