Cultura

Censura

Jorge Lima Especial para Diário da Manhã

Escrevo em jornais, revistas e/ou participo da imprensa nacional há mais de 18 anos ininterruptamente. Escrevo e colaboro falando de cotidiano, da nossa realidade, sobre comportamento, saúde e sou um crítico de nossa realidade política e dos absurdos de nossa pós-modernidade. Nas últimas semanas meu web site sofreu mais de 28 ataques e meu perfil na Wikipédia foi deletado porque nos últimos tempos evidencio os absurdos de nossa política. Fui chamado de coxinha de pertencer a burguesia, de ser da minoria da elite branca, mesmo sendo da esquerda e desenvolvendo várias atividades sociais para ajudar nosso povo. Mas por que na atualidade eu e vários outros jornalistas e profissionais da comunicação incomodamos tanto? O que há para esconder? Por que viramos inimigos deste tal militante que atua buscando silenciar ou detonar quem usa o direito democrático da livre expressão? Por que você que fala tanto de ideologia não parte para o debate para discutir ideias e trazer a baila outros pontos de vista até para nos engrandecer com sua sabedoria?
Meu amigo militante que não trabalha, que é sindicalista, que vive de emprego comissionado, que não tem competência para atuar na iniciativa privada, nem para estudar para passar em um bom concurso público. Digo a você que vive de propina, que não sabe sequer assinar seu nome direito, peço encarecidamente que ao menos aprenda a ler o básico da obra de Marx para entender a diferença entre esquerda e direita antes de me questionar. Já ouviu falar de ética amigo militante? Papai ou sua mamãe não te ensinou o que é trabalho, nem a pegar o que não lhe pertence? Amigo militante, hoje você resolve censurar meu perfil na Wikipédia… um ataque tentando me intimidar ou me silenciar… não vou dormir hoje de tão preocupado que fiquei. Eu, como vários outros jornalistas e comunicadores, não vou me calar. Sou apenas um dos milhares que existem e, diferentemente de você, trabalho em prol da sociedade, para ver um mundo mais justo com saúde, educação, enquanto você fica aí puxando saco de político corrupto, falando de socialismo ou de distribuição de renda, discursos vazios que hoje não existem na prática porque vivemos o absurdo de uma esquerda neoliberal que mente, que promete o que jamais vai cumprir, que para dar lucro a bancos mantém uma política econômica que endivida a população, aumentando a inflação. Meu perfil na Wikipédia foi criado pela editora para a qual presto serviço como um reconhecimento de um trabalho prestado à sociedade nestes últimos 20 anos atuando como colunista, escritor, como profissional de saúde, analista e psicólogo clínico. Não sou apenas um perfil, vou muito além disto. E não sou membro de nenhum partido, não gosto da classe política nem dos partidos de nossa atualidade.
E você, querido militante, o que fez da vida? O que produziu além de espoliar os cofres públicos? Provavelmente vive de algum cabide de emprego, recebendo sem trabalhar, revoltadinho, discursando sobre socialismo, mas mantendo uma postura ditatorial, fascista em pleno fanatismo. Talvez isto justifique sua incompetência para o estudo ou para o trabalho e mesmo para aplicar o preceito de distribuição de renda, porque na prática o que vale é seu egoísmo, sua preguiça, sua vontade de se dar bem a todo custo. Será que você não percebe se olhando no espelho que você é igualzinho ao antigo general militar que tanto criticou? Hoje você é a piada feita, a esquerda festiva do Henfil, o pequeno burguês que ganha por fora igualzinho àquele cara da extrema direita do qual você tanto falou. Você é massa manipulada que sobrevive de favor, de puxar saco, e não consegue trabalhar fora de um sindicato ou cargo comissionado porque não tem competência para o mercado.
Quer falar de democracia impondo censura ou tentando silenciar quem põe o dedo na ferida e lhe mostra que sua ideologia virou egoísmo para justificar a sua índole para corrupção? Lamento, não vou parar… e minha carreira não é um perfil em uma Wikipédia, está em vários meios de comunicação, firme e forte! Amigo militante dedicado a censura, que tal aprender a trabalhar no lugar de viver do trabalho alheio? Que tal aprender a fazer algo para ajudar?
Posso te ensinar, amigo militante. Comece acordando às cinco da manhã para estudar, para ler jornais, mas antes aprenda a ler e a distinguir notícias reais daquelas manipuladas por vocês. Superando a dificuldade do analfabetismo funcional, querido militante, comece a tentar escrever, e tente produzir algo de útil para a sociedade e faça pelo menos uma centena. Depois tente se diferenciar de outros que escrevem e produzem ganhando espaço gradativamente pela qualidade de sua produção nos meios de comunicação. Quem sabe, daí, amigo militante, você possa subir em conceito, porque por hora você é apenas um lixo igual àquele que há 20 anos retirava o direito da livre expressão de nossa sociedade pela ditadura.

(Jorge Antônio Monteiro de Lima, analista,
pesquisador em Saúde Mental, psicólogo)

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