Cultura

Seis filmes sobre amor para apimentar a relação

Veja algumas das principais obras do cinema que exalam sensualidade

diario da manha

Cena do filme “Y Tu Mama Tambíen” (Foto: Reprodução)

Amigo leitor, sem essa de D.R. Melhor levá-la às telas do desejo, digo, do cinema. Como você pode perceber, filmes sexualmente quentes ganharam a simpatia do público e entraram para a história da sétima arte. 

A verdade é que entra ano, sai ano, filmes são produzidos e tudo continua na mesma: é difícil encontrar algo loucamente excitante quando enlatados hollywoodianos ainda fazem sucesso nas telonas.

O que importa, contudo, é que eu subi ao sótão da sensualidade para separar seis filmes que fazem a libido de qualquer um se derreter no mais gélido inverno do Polo Norte. 

São fitas de extrema delicadeza, bota delicadeza nisso. Confira:

A Dama da Lotação (1978) – Inspirado no conto homônimo do escritor brasileiro Nelson Rodrigues, o diretor mineiro Neville d’Almeida é responsável por rodar em plena Ditadura Militar um dos maiores clássicos do drama erótico brasileiro. Sônia Braga, Paulo César Pereio e Nuno Leal Maia protagonizam uma história ora engraçada, ora deprimente. 

Lucía y el sexo (2001) Representante do cinema espanhol. Paz Veja, nuestra madrecitas de las bellas chicas. Lucía, interpretada pela gatíssima Paz Veiga, é uma garçonete que conhece um escritor (Tristán Ulloa). Daí em diante é só dar play no videocassete (ou no Youtube, se você pertencer à geração mais nova).

Y Tu Mama También (2001) Bom do início ao fim, mas melhor ainda é aquela transa no banco do carro. Além disso, o enredo conta com uma estória triste e dramática. O filme foi vencedor do Festival de Havana de Cinema, em 2001, faturando no prêmio Fipresci.

Intolerância (2000) – Em tempos onde a Ancine está ameaçada, nada melhor do que reverenciar o cinema erótico brazuca com um clássico desses, não é mesmo? Maitê Proença, Maria Ribeiro e Roberto Bomtempo. Imperdível! 

Histórias de amor duram apenas 90 anos (2009)Júlia (Maria Ribeiro) e Zeca (Caio Blat) logo no início do filme… Não precisar de mais nada. Que cena!  

Azul é a Cor Mais Quente (2013) – É claro que o cinema francês não poderia ficar de fora de uma lista do gênero, né? Nesta obra de arte do audiovisual mundial, as atrizes Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux protagonizam uma cena de sexo lésbico que chocou o festival de Cannes, em 2013. Poético!

E você amigo leitor, que filme não pode ficar de fora daquela lista das maiores obras eróticas do audiovisual? Sexo, como diria a cantora Rita Lee, também é poesia. 

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