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Conheça 10 musicais para se apaixonar por esse estilo de cinema

Confira 10 musicais para conhecer esse estilo de cinema e adentrar em suas narrativas cativantes que atravessam gerações.

diario da manha
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Quem nunca se pegou cantarolando em meio as atividades diárias, ou se imaginou em um clipe ao ouvir uma canção enquanto caminha ou viaja? Imperceptivelmente, inserimos os musicais em nossa vida, ressaltando a tamanha influência inconsciente da música na subjetividade humana. Você já viveu um musical?

O musical é um estilo de filme em que a narrativa se apoia sobre uma sequência de músicas, muitas vezes coreografadas. A presença de canções é o principal elemento que define esse estilo de filme. Entretanto, é importante ressaltar que o filme musical não define-se com um gênero e sim como uma forma, como documentários, curtas e etc, embora ambos sejam o tempo todo confundidos e aja controvérsias. Um musical significa apenas que os personagens cantam e sua narrativa apoia-se na música, não se limita à um gênero específico, pode muito bem ser uma comédia, drama, fantasia ou até mesmo terror.

A partir disso, confira 10 musicais para conhecer esse estilo de cinema e adentrar em suas narrativas cativantes que atravessam gerações.

Across the Universe (2007)

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Dirigido por Julie Taymor, o musical conta com músicas dos Beatles, que fornecem a estrutura sonora para este conto de romance, luta, guerra e paz. O longa é inicialmente ambientado em Liverpool, nos anos 1960, quando o jovem britânico trabalhador, Jude (Jim Sturgess) desembarca nos Estados Unidos em busca de seu pai, e acaba conhecendo o despreocupado estudante universitário Max e sua irmã Lucy (Evan Rachel Wood) juntamente com uma série de figuras excêntricas.

Jude e Lucy começam a se apaixonar e se envolver em movimentos de contracultura e psicodelia, mas em meio a circunstâncias turbulentas, a relação dos amantes é ameaçada pela revolução social devido a Guerra do Vietnã.

Grease: Nos Tempos da Brilhantina (1978)

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Escrito por Bronte Woodard e dirigido por Randal Kleiser, o filme retrata a vida do líder de uma gangue de greasers Danny Zuko e da australiana Sandy Olsson, que desenvolvem uma atração um pelo outro. Os jovens Danny e Sandy se conhecem nas férias de verão, trocam juras de amor mas se separam, pois ela voltará para a Austrália. Entretanto, os planos mudam e Sandy por acaso se matricula na escola de Danny. Ambientado na Califórnia e no período escolar, a garota, que é recatada, reencontra o namorado, que é um dos valentões da escola. Com humor e músicas icônicas, o musical mostra as mudanças no comportamento dos adolescentes no fim da década de 1950.

O Fantasma da Ópera (2004)

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O filme foi dirigido por Joel Schumacher e foi baseado na peça musical de Andrew Lloyd Webber (responsável por obras como Cats Love Never Dies) e no livro de Gaston Leroux. O filme acompanha Christine, uma dançarina de uma companhia teatral. Ela tem um tutor misterioso, que a treina e acompanha nas sombras tudo o que acontece no teatro: o Fantasma da Ópera. Canções como Think of Me são de provocar fortes emoções nos telespectadores.

Os Miseráveis (2012)

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A obra épica escrita pelo francês Victor Hugo, adaptado para filmes, peças teatrais e séries de televisão. O filme dirigido por Tom Hopper, vencedor do Oscar de melhor diretor pelo Discurso do Rei, traz a história do prisioneiro condenado a morte Jean Valjean (Hugh Jackman) em plena a Revolução de Julho em 1830 e a Batalha de Waterloo em 1832.

Mas no outro lado há Fantine (Anne Hathaway),que luta pela sobrevivência de sua filha Cossete. As duas histórias se cruzam e Jean Veljean acaba lutando para não ser descoberto e,após uma promessa feita para Fantine, luta pela vida de Cossete também, tudo isso diante da Revolução que divide a cidade. O elenco conta Russell Crowe, Amanda Seyfried, Helena Bonham Carter e Eddie Redmayne, que ganhou o Oscar de melhor ator pelo filme “A Teoria de Tudo”.

Todas as músicas foram gravadas ao vivo na hora das gravações de cada cena. O longa levou o Oscar de melhor maquiagem, mixagem de som e atriz coadjuvante para Anne.

A Noviça Rebelde (1965)

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O filme se passa na Áustria em 1938. A freira Maria deixa o convento para cuidar de uma família de crianças de uma família rica. Na casa dos Von Trapp, ela acaba encontrando amor — e um lar. Baseado no livro “The Story of the Trapp Family Singers”, escrito por Maria Von Trapp, o filme dirigido e produzido por Robert Wise, conta uma história verídica da família Von Trapp.

Maria, a noviça, interpretada por Julie Andrews chega para cuidar dos sete filhos do Capitão Georg Von Trapp (Christopher Plummer), que está noivo da Baronesa Elsa Schraeder (Eleanor Parker), porém os dois acabam vivendo um romance e tendo que fugir da Áustria devido a ocupação nazista.

O filme aborda questões sociais e acima de tudo políticas diante da situação vivida na década de 40. Ganhou Oscar de melhor filme, montagem, diretor e trilha sonora. Afinal, é comum encontrar sujeitos que se pegaram cantarolando as canções tema da obra diante de amores impossíveis.

Hairspray (1988 e 2007)

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O musical tem duas versões que valem ser assistidas: a de 1988, dirigida por John Walters, e a de 2007, dirigida por Adam Shankman que conta com atores como John Travolta, Christopher Walken e Queen Latifah. Em 1962, o sonho de todos os adolescentes da época, em Baltimore, era aparecer no The Corny Collins Show, um famoso programa de dança da televisão.

Tracy Turnblad é uma jovem que adora dançar ao impressionar os juízes do programa acaba ganhando um espaço na atração. Além disso, ressalta-se o contexto histórico-espacial que toma parte do protagonismo no filme, na medida em que é promovida a integração racial por oposição à separação que se verificava até à época.

La La Land – Cantando Estações (2016)

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Considerado um dos melhores musicais de 2016, dirigido por Damien Chazelle (Whiplash). O musical retrata as barreiras enfrentadas a procura do sonho americano. O elenco tem Emma Stone como Mia, que sonha ser uma atriz e Ryan Gosling, como Sebastian, pianista que sonha abrir um clube de jazz.

Contudo são as cenas musicais e as coreográficas minimamente coreografadas que dão valor e encantam nossos olhos. Te desafio a não ficar com “City Of Stars” ou “Audition (The Fools Who Dream)” na cabeça. Arrebatou 14 indicações ao Oscar, levando melhor atriz para Emma, direção, trilha sonora, canção original, direção de arte e fotografia.

Moulin Rouge: Amor em Vermelho (2001)

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Moulin Rougue relata a história de um poeta, Christian (Ewan McGregor) que se muda para Paris no auge de Paris em 1899 . Ele e seu colegas passam a frequentar um clube noturno chamado Moulin Rougue, onde se apaixona pela fabulosa Satine (Nicole Kidman). Após sofrer com depressão, o britânico Christian decide ir à Paris e dar uma chance para carreira de escritor.

Ele conhece muitas figuras inusitadas no caminho, inclusive Satine, uma das estrelas da casa de entretenimento Moulin Rouge.  Com direção de Baz Luhrmann, os enquadramentos dos mais diferentes ângulos e com um belíssimo trabalho da direção de arte, o efervescer fica por conta das atuações as músicas, que são o ponto alto do filme.

Mamma Mia! (2008)

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O filme é uma adaptação ao cinema da peça musical homónima, realizado por Phyllida Lloyd e escrita por Benny Andersson e Björn Ulvaeus. Assim como Across the Universe, o filme tem sua estrutura musical baseada em uma banda. Dessa vez, Abba embala o andamento do famoso musical.

Meryl Streep, no papel de Donna Sheridan, é a protagonista do musical. O filme se passa na ilha grega de Kalokairi, onde Sophie (Amanda Seyfried) está prestes a se casar e, sem saber quem é seu pai, envia convites para Sam Carmichael (Pierce Brosnan), Harry Bright (Colin Firth) e Bill Anderson (Stellan Skarsgard). Eles vêm de diferentes partes do mundo, dispostos a reencontrar a mulher de suas vidas: Donna, mãe de Sophie. Ao chegarem, Donna é surpreendida, tendo que inventar desculpas para não revelar quem é o pai de Sophie.

Mamma Mia! Here We Go Again (2018)

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O musical é a continuação do filme Mamma Mia!, de 2008, baseado no musical de mesmo nome. Dessa vez, O filme conta a história da chegada de Donna Sheridan na ilha de Kalokairi e seu primeiro encontro dos três possíveis pais de sua filha Sophie, também apresenta flashbacks de 1979. Paralelamente, a hisotria dialoga com os percalços de Sophie (Amanda Seyfried) na reinauguração do hotel que herdou de Donna (Meryl Streep), enquanto busca inspiração lembrando do passado da mãe.

Leia também: 5 filmes, 5 mulheres – O cinema feito por elas

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