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A Ciência Quântica prova que a Consciência (Deus) é a base de toda a realidade

Redação DM

Publicado em 30 de novembro de 2016 às 00:28 | Atualizado há 10 anos

Desde a mais remota antiguidade o homem procurou respostas para o porquê da existência e, com maior ou menor determinação, quis saber sobre si, porém, por séculos e séculos tem sido vítima de obscurantismos sustentados por crenças que levam à vertigem da inteligência e a devaneios sem fim. Felizmente estamos no tempo em que poderosas mentes com grande poder de indagar e de encontrar respostas, mentes com extraordinária capacidade de questionar, mentes livres de todos os dogmas a serviço de interesses de poder, estão agora disponibilizando valiosas informações para matar a sede dos indivíduos que buscam as respostas de forma honesta e inteligente para o sentido de suas existências, nunca propensos a se ajustarem a um padrão dogmático, seja na seara do domínio da fé cega religiosa, seja no domínio de uma dogmática científica ainda calcada no materialismo dialético, que seguramente já foi derrotado pela nova compreensão baseada na mecânica quântica, como veremos adiante.

Algumas filosofias antigas e textos milenares estão plenamente alinhados com as implicações metafísicas que sustentam as conclusões obtidas pela ciência quântica, entretanto, pelo fato dos textos antigos utilizarem uma linguagem altamente simbólica, houve muita deturpação dos seus significados, por falta de compreensão, ou por intencional manipulação para utilizá-las como ferramentas de controle, alienação e domínio. Tanto a letra morta das escrituras com os dados do cientificismo materialista estão agora em cheque e não tarda o momento em que os seus reis cairão definitivamente no tabuleiro da existência humana.

A nova ciência trazendo nova luz de entendimento, teve como pioneiros Erwin Schrodinger, Werner Heisenberg, Niels Bohr e Wolfgang Pauli, que percerberam que o chamado “mundo subatômico” possui um comportamento distinto daquele esperado pela mecânica clássica newtoniana. Esses cientístas se viram obrigados a adentrar num terreno metafísico desconhecido para alcancarem uma compreensão do paradoxo. Pauli examinou a psicanálise, os arquétipos  e a cabala. Bohr estudou o Tao e a filosofia chinesa,Schrondinger a filosofia Vedanta da India e Heisenberg a teoria platônica da Grécia antiga. Os dados da física quântica obtidos por esses cientistas não foram organizados em uma teoria coesa. Ficaram reduzidos a ferramentas que impulsionaram a eletrônica moderna e a fabricação de bombas. Muitos físicos balançaram as cabeças diante dos resultados “ilógicos” daquilo. “Como poderiam os elétrons estarem em contato com tudo ao mesmo tempo? Como poderia o elétron não ser tangível enquanto não fosse observado?” Perguntavam. Como exisiriam as coisas concretas no mundo, se eram ilusórios todos os componentes que a formavam? Porque era isso que a mecânica quântica os mostrava. O “concreto” feito a partir de algo intangível.

Posteriormente, alguns cientistas que não estavam satisfeitos com as contradições congeladas, resolveram prosseguir, pois suas mentes ávidas de respostas integrais estavam determinadas a irem até o final da toca do coelho. A interpretação da famosa experiência da dupla fenda, é a de que o observador modifica o comportamento dos elétron. E que, portanto há uma conexão entre a consciência do observador e o comportamento subatômico que altera a matéria. Niels Bohr afirmava que os elétrons na verdade não existiam, eram apenas tendências.

Qualquer coisa existente no universo (estrelas, planetas, galáxias, cadeiras,formigas, montanhas, etc) são maneiras diferentes de uma Única Energia Consciente (onda) também denominada “vácuo quântico” se expressar. Essa única onda está em todos os lugares, e é tudo o que existe. Todo o nosso mundo observável, nossa rotina, nossa vida, reside dentro desse “vácuo quântico”. Obviamente essa única onda que é a raiz de todas as coisas é Incomensuravelmente Inteligente, pois que a própria organização do cosmos, dos seres vivos, da complexidade do DNA regendo o funcionamento de milhares de enzimas, organizando células, tecidos, órgãos e integrando-os, sugerem que há um ilimitado poder de consciência emergendo do chamado “vácuo quântico” ou “campo zero”

Como o observador tem o poder de interferir no comportamento do elétron através de sua intenção de escolha, ou seja, a própria Consciência Universal experiencia o seu infinito potencial criativo através de formas manifestas de individualidades, sendo “auto-consciente através de nós”.

 

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