Desativada 2

Volta ao mundo através do cinema

Redação DM

Publicado em 28 de dezembro de 2015 às 21:26 | Atualizado há 10 anos

O cinema é uma das artes mais encantadoras já desenvolvidas pelo homem. Culturalmente, estamos acostumados a encarar – em sua maioria – filmes enlatados dos Estados Unidos da América, o que nos leva a ter um conhecimento maior de especificidades culturais daquele país. Nessa lista, o leitor do DmRevista confere alguns filmes de vários países do mundo, perfeitos para quem quer se familiarizar com paisagens diferentes mas não tem a oportunidade de fazer uma viagem para a China, para a Suécia, ou mesmo para fora de Goiás. Através do cinema é possível explorar elementos da arquitetura das cidades e das pessoas, bem como suas formas de expressão, diversão e sofrimento.

Amores Expressos (1994)

Amores Expressos’ narra de forma leve e com uma fotografia impecável a dificuldade de comunicação amorosa de um mundo onde todos idealizam um mundo maior, o movimento e o inconformismo. Como o tema central é amor, mesmo que contado de uma forma nada hollywoodiana, os personagens são desenvolvidos no seio de suas intimidades, e o desenho dos jogos de conquista são revelados e encaixados com maestria.

Slacker (1991)

(‘Boyhood’Antes do Amanhecer’ ‘Waking Life’) sem personagens centrais que se desenha através de 40 personagens que seguem o fluxo da boemia na da cidade de Austin, Texas. A câmera é o elemento mais vivo do filme, e raramente passa mais de cinco minutos a perseguir os mesmos personagens, sempre observados como se a primeira pessoa fosse o espectador. As conversas são tecidas – em sua maioria – por jovens de vinte e poucos anos que possuem padrões de vida não muito aceitos socialmente. Neuroses e apatias típicas dos jovens dos anos 90 são o combustível do longa, perfeito para quem gosta de filosofia e teorias absurdas.

Beijos de Emergência (1989)

Já não ouço a guitarra’) e também fez um com Brigitte Sy, mãe de seu filho. No filme ela interpreta Jeanne, casada com um cineasta, interpretado pelo próprio Garrel, que se incomoda pelo fato de o marido recrutar uma atriz para fazer o papel da esposa dele, no lugar de contratar a própria esposa para se auto-interpretar. Os romances pessoais de Garrel sempre marcaram presença metalingüística em seus filmes. O ritmo do filme, no início, engana um pouco o espectador, devido à falta de encaixes grátis e diferença do tradicional. Cabe ao próprio público ligar os fatos.

Alma Corsária (1993)

Kes (1970)

) e Tony Richardson (A solidão de uma corrida sem fim), possibilitou a ascensão do cinema político-social britânico, com filmes como Kes (1969), que narra as angústias de um pré-adolescente que encontra refúgio das dificuldades da vida na amizade com um falcão. O filme sustenta-se dentro de um ambiente realista, mostrando pessoas comuns, dentro de casas comuns, com acontecimentos corriqueiros e a dor existencial do dia-a-dia de quem não tem a menor certeza de um futuro estável.

Os esquecidos (1950)

O Eclipse (1962)

O sétimo selo (1957)


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