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Do agronegócio ao turismo: o que o empresário brasileiro precisa saber ao desembarcar no Marrocos

Redação Online

Publicado em 17 de abril de 2026 às 19:11 | Atualizado há 2 meses

O Marrocos vem ganhando espaço há anos na agenda dos empresários latino-americanos graças à sua localização geográfica e à sua economia, que apostou fortemente na modernização, tornando-se assim um mercado repleto de oportunidades para quem chega preparado. O brasileiro, acostumado a lidar com contextos complexos e a agir com rapidez, encontra aqui um terreno fértil. Basta saber como pisar nele.

Conectado desde o primeiro momento

Uma das primeiras coisas que convém resolver antes de sair de casa é a conexão à internet. Parece básico, mas no Marrocos é o que pode ajudar você a manter uma agenda fluida e evitar a todo custo uma tarde inteira perdida procurando Wi-Fi no hotel. Os endereços mudam de nome dependendo do bairro, os mapas nem sempre correspondem à realidade das medinas e as reuniões são marcadas com precisão de minutos. Com o eSIM Holafly para Marrocos, um eSIM internacional para viajar com internet móvel ilimitada, você pode ativar o plano antes de embarcar e chegar a Casablanca com o celular funcionando assim que pousar.

E, falando justamente de infraestrutura, o país apostou seriamente nela. O trem de alta velocidade Al Boraq conecta Casablanca a Tânger em pouco mais de duas horas; as rodovias são bem conservadas e os aeroportos operam com padrões internacionais. As principais cidades contam com áreas de negócios equipadas, capazes de oferecer serviços de coworking, salas de reunião e hotéis de redes globais.

O que é importante deixar claro desde o início é que Marrocos não é pequeno. Casablanca, Rabat, Marraquexe, Fez e Tânger têm perfis distintos e ficam a horas de distância umas das outras. É por isso que distribuir bem a agenda, combinando trem, voo interno e carro, pode transformar uma semana intensa em algo administrável e, com um pouco de sorte, até mesmo agradável.

Entre o souco e a sala de reuniões

Entender como funciona o tecido empresarial marroquino é tão importante quanto qualquer apresentação de vendas. Aqui, as reuniões raramente começam com os negócios. Primeiro vem o chá de menta, a conversa sobre a família, a hospitalidade; é assim que se constrói a confiança. O empresário que chega com pressa para fechar negócio na primeira visita geralmente sai de mãos vazias.

Para o setor agroalimentar, o potencial é concreto. Marrocos exporta tomates, óleo de argan e fosfatos, mas importa tecnologia agrícola e conhecimento técnico. O Brasil, como referência mundial na produção de alimentos, tem muito a contribuir nessa equação. As feiras agrícolas de Meknes e os centros de exportação do norte do país são pontos de partida reais para iniciar conversas com interlocutores locais bem posicionados.

E, quando o trabalho termina, Marrocos oferece a possibilidade de realmente desconectar. As medinas declaradas Patrimônio da Humanidade, os riads transformados em hotéis boutique, os mercados com especiarias e artesanato, uma gastronomia que surpreende quem não a conhece. Prolongar a viagem por alguns dias não é um desvio, é um investimento, e quem conhece Marrocos de verdade costuma voltar com vontade de fazer mais negócios por lá.

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