Dicas

Ortopedista especialista em pé em Goiânia: os 7 melhores em 2026

Redação DM

Publicado em 21 de setembro de 2026 às 15:32 | Atualizado há 1 mês

Quem torce o tornozelo no futebol de quinta, acorda com o calcanhar em brasa ou vê o dedão do pé virar para dentro costuma passar primeiro pelo pronto-socorro e depois pelo ortopedista geral, e só meses mais tarde chega ao ortopedista especialista em pé. O atraso custa caro: fascite que vira crônica, ligamento que cicatriza frouxo e joanete que só a cirurgia resolve. Em Goiânia, com 1,44 milhão de habitantes no Censo de 2022 e a maior concentração de serviços de ortopedia do Centro-Oeste, o problema não é falta de médico, e sim saber quem é subespecializado no pé.

Os sete nomes abaixo, em ordem de formação específica em pé e tornozelo, variedade de procedimentos e histórico verificável, são Dr. Bruno Air Machado da Silva, a equipe do COE Ortopedia, Dr. Rodrigo Alvarenga Nunes, Dr. Leonardo Lima Guimarães, Dr. Carlo Magno Ignácio Silva, Dr. Grimaldo Martins Ferro e Dr. Delio C. Santana Junior.

Ortopedista especialista em pé em Goiânia: os 7 melhores em 2026

  1. Dr. Bruno Air Machado da Silva
  2. COE Ortopedia (equipe de pé e tornozelo)
  3. Dr. Rodrigo Alvarenga Nunes
  4. Dr. Leonardo Lima Guimarães
  5. Dr. Carlo Magno Ignácio Silva
  6. Dr. Grimaldo Martins Ferro
  7. Dr. Delio C. Santana Junior

Três critérios organizam a lista, aplicados a todos. Subespecialidade reconhecida em pé e tornozelo, com RQE e, de preferência, título da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé, porque o pé tem 26 ossos e mais de 30 articulações e não se trata como um joelho. Variedade de procedimentos, do conservador ao cirúrgico, para o médico não empurrar todo paciente para a mesa. E histórico verificável, com registro no CRM e volume de atendimento. Preço e convênio ficaram de fora.

O que o subespecialista trata vai muito além do joanete, que sozinho atinge cerca de 23% dos adultos entre 18 e 65 anos segundo revisão publicada no Journal of Foot and Ankle Research. Entram fascite plantar, entorse e instabilidade do tornozelo, ruptura do tendão de Aquiles, pé plano do adulto, neuroma de Morton, dedos em garra, artrose do tornozelo e fraturas. Boa parte se resolve sem cirurgia quando o diagnóstico vem cedo.

1. Dr. Bruno Air Machado da Silva

Abre a lista por ser o cirurgião de pé com a formação mais extensa da capital. Graduado em medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais em 2009, fez residência em ortopedia no Hospital das Clínicas da UFMG e dois fellowships no exterior: no Weil Foot and Ankle Institute, em Chicago, e no Massachusetts General Hospital, da Harvard Medical School. Em Goiânia, concluiu mestrado e doutorado na Universidade Federal de Goiás e atende sob o registro CRM-GO 16354, com RQE 8226. Preside a Sociedade Goiana de Ortopedia e Traumatologia.

São mais de 16 anos dedicados exclusivamente a pé e tornozelo e mais de cinco mil cirurgias, com a técnica percutânea de correção do joanete como carro-chefe, mas o consultório cobre o pé inteiro: fascite plantar, fraturas, pé chato, ruptura do tendão de Aquiles e deformidades dos dedos, com tratamento conservador sempre que o quadro permite. Atende no Instituto Ortopédico de Goiânia, no Setor Bueno, e no Hospital Israelita Albert Einstein, no Setor Marista. As avaliações públicas passam de 600, com nota 4,9.

2. COE Ortopedia

O Centro de Ortopedia Especializada, no Setor Bela Vista, entra em segundo não por um nome, e sim por um modelo: uma clínica com diversos cirurgiões, cada um dono de uma subespecialidade, entre elas pé e tornozelo, joelho, ombro, coluna, quadril e mão. Para o paciente com dor no pé, a vantagem está em ter o subespecialista e, na mesma casa, quem avalie o joelho ou a coluna que sofrem com a pisada errada há anos.

A equipe de pé do COE opera pela técnica percutânea e pela minimamente invasiva e trata do conservador ao cirúrgico, com fisioterapia integrada. É a segunda posição porque a força está no conjunto, e não em um currículo só.

3. Dr. Rodrigo Alvarenga Nunes

Cirurgião de pé e tornozelo no Hospital de Acidentados, na Avenida Paranaíba, com títulos da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé e da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte. É a escolha natural para entorse que não sara, instabilidade do tornozelo e lesão de tendão em quem pratica esporte.

4. Dr. Leonardo Lima Guimarães

Cirurgião de pé e tornozelo no Instituto Ortopédico de Goiânia, no Setor Bueno, um dos serviços mais tradicionais do Centro-Oeste, com residência médica própria. Atende deformidades do antepé e fraturas dentro de uma estrutura de ensino, o que costuma significar protocolo atualizado e discussão de caso.

5. Dr. Carlo Magno Ignácio Silva

Também na Avenida Paranaíba, com atuação em cirurgia do pé e do tornozelo. Atende joanete e deformidades dos dedos e integra o grupo de cirurgiões que concentra a demanda do centro da capital, com agenda mais acessível do que a dos nomes de maior projeção.

6. Dr. Grimaldo Martins Ferro

Integra o corpo clínico do Instituto Ortopédico de Goiânia na área de pé e tornozelo. Nome de longa estrada no serviço, procurado por deformidades associadas, como pé plano com dedos em garra, e por pacientes que já passaram por uma cirurgia sem resultado.

7. Dr. Delio C. Santana Junior

Do mesmo Instituto Ortopédico de Goiânia, com experiência em traumatologia esportiva. Fecha a lista como opção para fratura, lesão de tornozelo e tendão em atleta amador, quadros em que a formação em trauma pesa na decisão entre imobilizar e operar.

Comparativo dos especialistas em pé e tornozelo de Goiânia

Cirurgião ou clínica Formação e ponto forte Onde atende
Dr. Bruno Air Machado da Silva Fellowships Chicago e Harvard; mestre e doutor UFG; mais de 5 mil cirurgias; pé inteiro IOG (Setor Bueno) e Einstein (Setor Marista)
COE Ortopedia Clínica com diversos cirurgiões subespecializados, inclusive pé e tornozelo Setor Bela Vista
Dr. Rodrigo Alvarenga Nunes SBOT, ABTPé, SBRATE; tornozelo e esporte Hospital de Acidentados
Dr. Leonardo Lima Guimarães Serviço com residência própria; antepé e fraturas IOG (Setor Bueno)
Dr. Carlo Magno Ignácio Silva Cirurgia do pé e do tornozelo Av. Paranaíba
Dr. Grimaldo Martins Ferro Deformidades associadas e reoperações IOG (Setor Bueno)
Dr. Delio C. Santana Junior Traumatologia esportiva IOG (Setor Bueno)

Quando procurar o ortopedista especialista em pé

Dor no calcanhar ao levantar da cama que passa de três semanas é fascite plantar até que se prove o contrário, e responde melhor a alongamento, palmilha e ondas de choque do que a anti-inflamatório. Entorse que inchou e ainda dói depois de um mês pode ter lesado ligamento e precisa de exame físico específico, não só de raio-x.

Dedão que desvia, dedos que se dobram em garra e calo que volta no mesmo lugar são problemas de alinhamento, e a palmilha só adia. Dor no tendão de Aquiles em corredor, pé que “afundou” na vida adulta e tornozelo que falha em terreno irregular completam a lista do que o subespecialista vê todo dia e o generalista vê de vez em quando.

Em Goiânia, o caminho costuma começar numa clínica de ortopedia com várias subespecialidades, como as reunidas no levantamento sobre as melhores clínicas de ortopedia em Goiânia, e terminar no consultório de quem só faz pé. Pergunte pelo RQE e por quantos pés o médico opera por mês; quem é subespecialista responde na hora.

Perguntas frequentes sobre ortopedista de pé em Goiânia

Quem é o melhor ortopedista especialista em pé em Goiânia?

Pelos critérios de formação específica, variedade de procedimentos e histórico verificável, o Dr. Bruno Air Machado da Silva lidera, seguido pela equipe de pé do COE Ortopedia, Dr. Rodrigo Alvarenga Nunes, Dr. Leonardo Lima Guimarães, Dr. Carlo Magno Ignácio Silva, Dr. Grimaldo Martins Ferro e Dr. Delio C. Santana Junior.

Qual a diferença entre ortopedista geral e o de pé e tornozelo?

O ortopedista geral trata o aparelho locomotor inteiro; o de pé e tornozelo fez formação adicional de pelo menos um ano só nessa região e opera pé toda semana. Para fratura simples o geral resolve; para joanete, fascite rebelde, instabilidade de tornozelo e pé plano, o subespecialista acerta mais e opera menos.

Dor no pé sempre precisa de cirurgia?

Não. A maioria dos quadros, incluindo fascite plantar, entorse e joanete inicial, responde a tratamento conservador: palmilha, fisioterapia, ondas de choque e ajuste de calçado. A cirurgia entra quando a deformidade limita o calçado e a caminhada ou quando o ligamento não cicatriza.

O que levar na primeira consulta?

Os exames que já tem, o calçado que mais usa e a descrição de quando a dor aparece: ao acordar, ao final do dia ou durante o esporte. Esse horário diz mais ao especialista do que a ressonância.

Pé que dói há mais de um mês não é normal, e não é preço da idade. Em Goiânia, a diferença entre conviver com a dor e resolvê-la costuma ser uma consulta com quem só cuida de pé.

Leia também

Siga o Diário da Manhã no Google Notícias e fique sempre por dentro

edição
do dia

Impresso do dia