Economia

Mais da metade dos brasileiros farão compras de Natal online, segundo pesquisa

diario da manha

Segundo levantamento realizado pela consultoria Deloitte, a maioria dos consumidores brasileiros (51%) planejam fazer suas compras de Natal pela internet neste ano. Os participantes da pesquisa afirmaram que o principal diferencial das lojas online em relação as lojas físicas é a maior disponibilidade de produtos. Porém a preocupação com o orçamento, deve fazer com as vendas sejam menores.

Um outro ponto que também chama a atenção é que, a intenção de compra em lojas virtuais é o maior já registrado nos últimos anos, há quatro anos o percentual era de 37%, e desde então o número vêm crescendo. É a primeira vez que a intenção de compras em lojas físicas é ultrapassada pela intenção de compras em lojas online. A pesquisa foi feita com 1.000 pessoas em todo o Brasil, com divisão igual entre homens e mulheres. A renda média dos entrevistados é aproximadamente 3.000 reais.

Entre os fatores julgados na pesquisa, a maior oferta de mercadoria foi a mais citada por 60% dos entrevistados, os outros fatores apontados pelos consumidores são, a praticidade com 53%, o menor preço com 51% e a velocidade e facilidade de pagamento com 50%.

De olho no orçamento

Devido a grandes problemas de orçamento, para 57% dos consumidores, o Natal deste ano será mais simples na comparação com o ano anterior. Já 32% dos entrevistados relatam que gastarão o mesmo, e somente 11% devem mais dinheiro nas compras de fim de ano.

Perante tal cenário, o número de presentes e gasto médio também vão sofrer uma retração. Em 2016, o brasileiro comprou cinco presentes, Já neste ano o consumidor deve adquirir apenas quatro. O gasto médio para o Natal deve ficar em torno de 367,48 reais, contra 394,05 reais no ano passado, de acordo com dados da pesquisa, o consumidor deve desembolsar cerca de 82 reais por presente.

Segundo 47% os entrevistados, a principal razão para se enxugar o orçamento neste ano é a necessidade de redução das dívidas. Outros fatores citados também foram o interesse em economizar com 37% a piora da situação financeira da família com 24% e a preocupação com a situação econômica do país com 19%.

Com informações da Veja

Foto/Reprodução Internet

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