Economia

Próximas parcelas do auxílio emergencial serão definidas até sexta-feira

Os representantes da área financeira querem reduzir a quantia. Isso porque o programa custa em torno de R$ 50 bilhões mensais aos cofres públicos. Por outro lado, líderes partidários são a favor de mais um pagamento da soma de R$ 600 e duas de R$ 300, até o final de 2020

diario da manha
Foto: Antonio Scorza

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) definirá até sexta-feira (21) o valor do auxílio emergencial e o número de parcelas a mais do benefício de R$ 600. Conforme informações do site Extra, os representantes da área financeira querem reduzir a quantia. Isso porque o programa custa em torno de R$ 50 bilhões mensais aos cofres públicos. Por outro lado, líderes partidários são a favor de mais um pagamento da soma de R$ 600 e duas de R$ 300, até o final de 2020.

De acordo com a reportagem, os auxiliares do ministro da Economia, Paulo Guedes, defendem a continuidade do auxílio emergencial. No entanto, sob o valor de R$ 200, R$ 250 ou R$ 300 até o final do ano. O objetivo é promover a mudança para o novo programa do governo, o Renda Brasil. O benefício deve substituir o Bolsa Família.

Já os parlamentares são a favor de ao menos uma parcela com a quantia de R$ 600 e duas no valor de R$ 300, conforme a matéria. Os pagamentos devem ser realizados até dezembro.

Segundo a publicação, a mudança deve ser direcionada ao Congresso, caso Bolsonaro opte pela prorrogação do menor valor. Isso deve ocorrer por meio de uma Medida Provisória (MP). Se a ação for escolhida, os detalhes do benefício, como por exemplo o valor, podem ser modificados por deputados e senadores.

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