Bitcoin registra queda forte e chega ao menor nível desde 2024
Heloysa Camilo - Estágio DM
Publicado em 7 de fevereiro de 2026 às 11:09 | Atualizado há 5 meses
No começo de fevereiro de 2026, o Bitcoin voltou a operar em baixa passando a ser negociado próximo dos US$ 60 mil, após dias seguidos de pressão vendedora no mercado de criptomoedas. Com o recuo, o ativo atingiu o menor patamar em mais de um ano, aumentando a percepção de instabilidade entre investidores.
O movimento de queda se intensificou quando a cotação perdeu níveis considerados estratégicos, o que acionou liquidações automáticas de contratos alavancados. Em apenas um dia, a desvalorização chegou a cerca de 13%, configurando uma das maiores perdas diárias desde 2022, antes de uma leve reação nos preços.

Segundo analistas, o cenário é resultado de diversos fatores combinados, como incertezas na economia global, menor interesse por ativos de maior risco e vendas realizadas por grandes investidores. As liquidações em massa no mercado de derivativos também contribuíram para ampliar a volatilidade.
Desde o recorde alcançado em outubro de 2025, quando ultrapassou a marca de US$ 126 mil, a criptomoeda acumula uma desvalorização superior a 50%. O recuo expressivo reforça a cautela entre participantes do mercado.
Apesar da queda recente, especialistas lembram que oscilações bruscas fazem parte do histórico do Bitcoin, que costuma alternar ciclos de valorização intensa com períodos de correção. O comportamento do ativo nas próximas semanas deve estar ligado ao cenário econômico e ao fluxo de investimentos no setor.