Economia

Conta de luz e refeição foram o que mais pesaram no bolso do carioca

Redação DM

Publicado em 8 de janeiro de 2016 às 10:20 | Atualizado há 10 anos

RIO – A inflação no Rio fechou o ano em 10,52%, a sexta maior entre as 13 regiões pesquisadas e um pouco abaixo da média geral medida pelo IPCA do IBGE, que ficou em 10,67%. Na comparação com o ano passado (7,6%) são quase três ponto percentual a mais. As maiores pressões foram feitas pela conta de energia elétrica, que encareceu quase 50% no ano passado e tem o maior peso na composição geral do índice (1,76 ponto percentual), e pelas refeições fora de casa (segundo maior impacto, de 0,8 ponto), com alta de 11,41%. Em seguida, o terceiro maior peso na composição do índice no Rio é dos custos com moradia e transportes (0,59 ponto). O aluguel residencial teve elevação de 11,89% e as tarifas de transporte urbano alta de 13,33%. Pesaram significativamente também o aumento de 12,2% das mensalidades dos planos de saúde (quarto maior peso, com 0,56 ponto) e os 18,12% a mais no litro da gasolina (quinto maior peso, com 0,52 ponto).

Das 37 principais altas registradas no Rio em 2015, que tiveram maior impacto na composição do índice geral de inflação na capital, 23 ficaram acima dos 10,52%. O peso dos hortifruti na composição do índice geral não chega a 0,1 ponto percentual, mas nele estão os itens que apresentaram as maiores altas: cebola (75,69%), alho (62,05%) e tomate (52,5%).

Em dezembro, a inflação no Rio ficou em 1,24%, o mesmo índice do mês anterior, pressionada pelo aumento de 30,96% nas passagens aéreas, em razão das festas de fim de ano. Em novembro, este item tinha tido deflação de 1,22%.

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