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Disquetes artísticos

diario da manha

Quem utiliza informática há alguns anos talvez tenha em casa uma série de objetos e ma­teriais sem serventia alguma nos tempos de hoje. Dessas sucatas, a favorita de Nick Gentry, artista plástico britânico, são os disque­tes. Ele utiliza os antigos discos de mídia magnética como tela para suas pinturas.

O resultado são trabalhos em que, além do valor artístico das obras de Nick, fica presen­te um ar experimental. Em al­gumas das telas o formato dos disquetes se comunica com a figura – como quando o “mio­lo” coincide com o olho da face desenhada.

Sua produção artística é produzida com materiais e artefatos doados. Ele afirma que, através deste processo, “colaborador, artista e espec­tador se aproximam juntos.” Sua arte é influenciada pelo desenvolvimento do consu­mismo, da tecnologia e ciber­cultura na sociedade.

Ele é mais conhecido por suas pinturas de disquete, co­locando ênfase na reciclagem e a reutilização de objetos pes­soais como um tema central. Tais obras artísticas de comen­tário social têm sido destaque em galerias no Reino Unido, nos EUA e em cidades de todo o mundo. Seu trabalho tem sido exibido ao lado de artistas de rua estabelecidos e, como tal, tem sido associada com a cena de arte urbana em Londres.

MATÉRIA-PRIMA

Também conhecido como diskette, disk ou floppy disk, é um tipo de disco de armazena­mento composto por um dis­co de armazenamento magnéti­co fino e flexível, selado por um plástico retangular, forrado com tecido que remove as partículas de poeira. Disquetes podem ser lidos e gravados por um leitor de disquete, chamado também de floppy disk drive (FDD).

Os disquetes inicialmente ti­nham o tamanho de 8 polegadas (200 milímetros), e posteriormen­te seu tamanho foi reduzido para 5¼ polegadas (133 milímetros). Tão logo os disquetes de 3½ pole­gadas (90 milímetros) se tornaram os mais comuns, sendo um disco de armazenamento amplamente utilizado em meados de 1970 até o começo dos anos 2000.

A partir de 2010, as mother­boards raramente possuem um suporte a um drive de dis­quete; os disquetes de 3,5 po­legadas podem ser utilizados com o auxílio de um leitor de disquetes externo/USB, mas os leitores externos dos dis­quetes de 5¼ polegadas ou 8 polegadas são incomuns, ra­ros, e quase inexistentes.

Os leitores de disquete ainda possuem usos extremamente li­mitados, especialmente se tratan­do de sistemas legacy, os disque­tes foram sucedidos por mídias de armazenamento com espaços imensamente maiores, como o CD, DVD, pen drives, cartões de memória, HDs externos, discos óticos e redes de computadores.

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