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Uma jovem nos seus “Doces 22”, é novo álbum da Luísa Sonza

A cantora conta que fala sobre amor, sexo, tristeza, dinheiro, e não se sentir amada.

diario da manha

O segundo álbum da Luísa Sonza chegou em grande estilo, marcando não só a sua carreira mas o final dos seus 22 anos, pois foi lançado no dia do seu aniversário.

A artista é a primeira brasileira a lançar um enhanced , que nada mais é que uma playlist multimídia repleta de recursos visuais e vídeos, o Spotify criou o Doce 22 Enhanced Album.

“Nesse álbum eu não escolhi há 14 meses atrás fazer uma música sobre tal assunto, foi surgindo. Não quero que esse álbum fale sobre mim, mas que todas as pessoas que ouvirem se sintam representadas”, revela.

Durante a coletiva Luísa revelou que esse é um álbum consciente, mas inconsciente também pois apesar de ser uma canceriana ela era bem fechada, escondeu por muito tempo não estar bem e expôs esse lado vulnerável nesse trabalho.

“Sempre tive que ser muito forte, me mostrar forte, então me fechei de muitas maneiras. Até por ser canceriana criei uma casca”, afirma Luísa sobre as críticas que recebe. “Mas no auge dos meus 22 anos estava vivendo o melhor e a pior fase da minha vida”, completou a cantora.

Esse novo trabalho mostra o lado A e o lado B da cantora que também se descobriu produtora, editora criativa, compositora, roteirista de clipe e fez questão de realizar um trabalho na sua maior parte caseiro.

“Esse trabalho me representa por inteiro. Valorizo mais o lado B das pessoas do que o lado A, e agora sou eu expondo meu lado B. É um passo importante se permitir ser vulnerável”, disse.

São 14 faixas entre o lado A que é composto de músicas animadas, com coreografia e sensualidade e o lado B que é mais vulneráveis, intimistas e melódicas.

Passado esse período de isolamento, Luísa não se acanha na hora de dizer que ainda não está bem. Na verdade, ela afirma estar “péssima ainda”.

“Essa pausa foi uma fuga, mas quando voltei estava tudo igual e o trabalho acumulado”, contou.

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