Entretenimento

Ator Angel Ferreira, ex de Camila Pitanga, vive em ônibus sem luz elétrica em Cavalcante, no Nordeste goiano

Redação Online

Publicado em 11 de agosto de 2026 às 16:05 | Atualizado há 1 hora

Angel Ferreira adotou uma rotina próxima à natureza em Cavalcante, onde vive em um ônibus adaptado e recebe amigos e artistas | Fotos: Reprodução/Instagram e Phillip Lavra/Divulgação
Angel Ferreira adotou uma rotina próxima à natureza em Cavalcante, onde vive em um ônibus adaptado e recebe amigos e artistas | Fotos: Reprodução/Instagram e Phillip Lavra/Divulgação

Angel Ferreira, conhecido anteriormente como Igor Angelkorte, mudou a rotina após deixar o Rio de Janeiro e escolher Cavalcante, no norte da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, como novo endereço. Aos 38 anos, o ator transformou o chassi de um ônibus em moradia e adotou um estilo de vida mais próximo da natureza. A residência não tem acesso às redes públicas de energia elétrica e esgoto. Por isso, Angel precisou adaptar o espaço e construiu, por exemplo, uma fossa com bananeiras. O imóvel também não tem geladeira. Ao redor do ônibus, o ator cultiva árvores frutíferas e mantém objetos como filtro de barro, cadeira de praia e rede.

Apesar da mudança para um espaço mais simples, Angel não se isolou. A casa fica a cerca de 10 minutos de um centro urbano, e o ator continua ativo na produção cultural da região. Ele também segue em turnê com o espetáculo “Sidarta”, monólogo que está em cartaz em São Paulo. Angel contou que recebe amigos, artistas e outras pessoas que passam pela região.

Segundo ele, visitantes costumam acampar no local, e a casa acabou por se transformar em uma espécie de espaço cultural. “Minha casa está sempre aberta. Sempre chegam amigos, amigas. Às vezes o pessoal acampa por aqui. Recebo muitos artistas também. A casa acabou se tornando quase um espaço de cultura”, afirmou ao site Heloisa Tolipan.

A alteração do nome ocorreu no fim de 2024, após mais de uma década de carreira artística. Como Igor Angelkorte, ele participou de novelas como “Além do Horizonte”, “Babilônia” e “Terra e Paixão”. Segundo o ator, a mudança fez parte de um processo de autoconhecimento. Na época, Angel relacionou a transformação pessoal ao período em que revelou a baixa presença de público nas apresentações de “Sidarta”, durante a temporada carioca de 2024.

O desabafo repercutiu e, depois disso, as sessões passaram a receber mais espectadores. “Comecei a brincar com meu nome e a de novo pensar que tem alguma coisa que morreu em mim nos últimos anos, algum estado de ser. Como uma lagarta que passa pela crisálida e se torna uma borboleta e já não se chama mais lagarta”, declarou.


Leia também

Siga o Diário da Manhã no Google Notícias e fique sempre por dentro

edição
do dia

Impresso do dia