Deolane teria feito transações para a família do líder do PCC, segundo investigação
Redação Online
Publicado em 21 de maio de 2026 às 14:24 | Atualizado há 2 meses
A influenciadora foi presa pela primeira vez em 4 de setembro de 2024, durante a Operação Integration, da Polícia Civil de Pernambuco, que investigava um esquema de lavagem de dinheiro e jogos de azar ilegais.
Deolane Bezerra foi presa preventivamente na manhã desta quinta-feira (21) durante a Operação Vérnix deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo e pelo MPSP (Ministério Público de São Paulo).
A operação apura um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). De acordo com as investigações, a influenciadora e advogada teria recebido valores provenientes da facção criminosa por meio de uma empresa de transportes apontada como braço financeiro da cúpula da facção.
Além de Deolane, foram cumpridos cinco mandados de prisões preventivas. Entre os alvos, Marco Herbas Camacho (Marcola), que já está preso, um irmão e dois sobrinhos do homem apontado como número 1 da facção, e Everton de Souza, vulgo “Player”, que seria operador financeiro do esquema.
Ainda segundo a investigação, a famosa usaria a sua fama e poder aquisitivo para mascarar as transações de altos valores. A polícia pediu o bloqueio de veículos avaliados em R$ 8 milhões e o bloqueio de mais de R$ 327 milhões nas contas dos investigados.
Deolane foi presa pela primeira vez em 4 de setembro de 2024, durante a Operação Integration, da Polícia Civil de Pernambuco, que investigava um esquema de lavagem de dinheiro e jogos de azar ilegais.