Eduardo Costa relembra fome que enfrentou na infância: “Vendia picolé na rua”
Redação Online
Publicado em 23 de outubro de 2026 às 16:47 | Atualizado há 52 minutos
Cantor desabafou sobre momentos difícieis de sua infância no interior de Minas Gerais, marcada pela pobreza e pela falta de comida em casa.
Eduardo Costa fez um forte desabafo sobre momentos difícieis de sua infância no interior de Minas Gerais. Em entrevista ao programa ‘Jornal dos Famosos’, do LeoDiasTV, o cantor relembrou a fase marcada pela pobreza e o trabalho na rua para ajudar com as despesas de casa.
De acordo com o artista, a família não tinha dinheiro, mas havia comida à mesa. “Então a minha infância na roça, Leo, nós não tínhamos dinheiro. Mas roça, você tem dignidade, você tem comida, você tem bolo, pão, arroz, feijão, frango, carne”, disse.
No entanto, a situação ficou complicada quando seus pais largaram a zona rural e se mudaram para Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte. “Ali foi aonde nós conhecemos o inferno. Inferno assim, de não ter a comida, o básico, o banho direito, de não ter um pingo de dignidade. De faltar o básico”, contou.
Ainda no bate-papo, Eduardo Costa revelou precisou vender alimentos nas ruas quando tinha 10 anos para ajudar a família a sobreviver. “Eu fui para rua vender. Vendia picolé, coxinha, pastel e, nos finais de semana, verdura. Às vezes dava para comprar o arroz, mas não dava para comprar o feijão. Nem sempre dava para comprar os dois”, relembrou ele.