Entretenimento

Sam Neill, astro de “Jurassic Park”, morre aos 78 anos na Austrália

Fernando Henrique - Estágio DM

Publicado em 13 de julho de 2026 às 08:30 | Atualizado há 1 hora

Sam Neill teve carreira de mais de cinco décadas e eternizou o Dr. Alan Grant na franquia "Jurassic Park" | foto: Reprodução
Sam Neill teve carreira de mais de cinco décadas e eternizou o Dr. Alan Grant na franquia "Jurassic Park" | foto: Reprodução

Sam Neill, astro de “Jurassic Park”, morreu na Austrália nesta segunda-feira (13), aos 78 anos, informou sua família em um comunicado que descreveu a morte do ator como “repentina e inesperada”.

“Sam estava cercado pela família e partiu com a dignidade que caracterizou toda a sua vida”, disse o comunicado.

Ator estava livre do câncer

O neozelandês, que interpretou o Dr. Alan Grant no sucesso de bilheteria “Jurassic Park” de 1993, revelou em suas memórias publicadas em 2023 que estava “possivelmente morrendo” com linfoma não-Hodgkin em estágio três.

No entanto, ele declarou este ano que estava livre do câncer graças a uma terapia genética que modificou seu sistema imunológico.

O comunicado da família disse que Neill “permaneceu livre do câncer”.

“A perda foi repentina e inesperada, mas abençoada pelo fato de Sam ter permanecido livre do câncer”, afirmou.

A família disse que ele estava sendo tratado no Hospital Particular St Vincent’s, em Sydney, no momento.

Carreira e homenagens

A carreira do ator começou na década de 1970 e abrangeu dezenas de papéis na TV e no cinema, incluindo “Peaky Blinders”, “Caçada ao Outubro Vermelho” e “O Piano”.

Quando não estava atuando, Neill administrava vinícolas na região de Central Otago, na Ilha Sul da Nova Zelândia.

“Irônico e seco, reflexivo e lacônico, Sam enfrentou a doença com a mesma dignidade, humor e convicção que deram força a cada uma de suas atuações”, disse o primeiro-ministro australiano Anthony Albanese em uma publicação nas redes sociais.

“Ele será muito lamentado e lembrado por muito tempo. Que descanse em paz.”

“Sir Sam Neill foi um dos grandes. Ele começou quando mal existia uma indústria cinematográfica neste país. Por mais de 50 anos, ele levou histórias da Nova Zelândia para o mundo, e seu talento ajudou a transformar nossa indústria cinematográfica no que ela é hoje — uma de nossas maiores exportações culturais”, disse o primeiro-ministro da Nova Zelândia, Christopher Luxon.


Leia também

Siga o Diário da Manhã no Google Notícias e fique sempre por dentro

edição
do dia

Impresso do dia