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À procura do substituto

Redação DM

Publicado em 24 de março de 2017 às 02:37 | Atualizado há 9 anos

Com a vitória por 2 a 1, de virada, diante do Crac, o Goiás ganhou moral para o clássico contra o Vila Nova, no domingo (26/3). Com o triunfo de quarta-feira, o esmeraldino segue a Aparecidense, líder geral da competição, de perto e, de quebra, garantiu sua classificação matemática para as semifinais do Campeonato Goiano.

Para o clássico, uma baixa é certa, Léo Sena. O meia recebeu o terceiro cartão amarelo por reclamação e está fora. No entanto, Victor Bolt, que cumpriu suspensão diante do Crac, está de volta ao time esmeraldino. Outro desfalque é Léo Gamalho. O camisa 9 segue entregue ao departamento médico. “O Léo Sena está inconformado, pois ele não disse nada para o árbitro que servisse para cartão amarelo’’, disse o presidente do Goiás, Sérgio Rassi.

Diante do Vila Nova, o Goiás continuará com Silvio Criciúma. O interino, que assumiu o time após a saída de Gilson Kleina, está garantido no comando. No entanto, Sérgio Rassi já procura um novo treinador para treinar o time. “O perfil é que seja vencedor, com experiência, de um discurso apenas motivador. A possibilidade do Silvio continuar existe. O futebol é uma sequência de acontecimentos. Vários treinadores de times do Brasil, como o Flamengo, Corinthians, Cruzeiro e outras equipes, que começam na interinidade, acabam se tornando permanentes, devido ao seu bom desempenho’’, finalizou o presidente.

Herói na partida diante do Crac, o atacante Aylon, que saiu do banco de reservas, deu a volta por cima. O jogador, tão contestado contra o Anápolis, fez os dois gols da virada do Goiás. “O futebol é assim, em um dia você é o herói, no outro é o vilão. Os torcedores, a gente entende a crítica, porque eles são torcedores, eles vivem de emoção. A gente fez um jogo que não foi bom no domingo e houve uma desconfiança. Um time que quer vencer, quer chegar, tem que estar todo mundo unido e aqui no Goiás tem isso. Independentemente do que aconteceu com o Gilson, pegou todo mundo de surpresa, mas a gente se remontou e conseguiu a virada’’, finalizou o atacante.

Dinheiro

Apesar da chateação manifesta de Sérgio Rassi pela forma como o treinador Gilson Kleina deixou o Goiás, nem tudo é para se lamentar. Com a quebra de contrato, o time vai embolsar R$ 258 mil reais. Segundo Sérgio Rassi, membros da diretoria da Ponte Preta já entraram em contato com o Goiás para definir como vai ser feito o pagamento.

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