Esportes

Brasil terá 13 tenistas no Australian Open

Redação DM

Publicado em 27 de dezembro de 2017 às 00:50 | Atualizado há 8 anos

Foi divulgada a lista de tenistas classificados para a chave princi­pal e do qualifying de simples e du­plas do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada 2018. Bia Haddad Maia, Thomaz Belluc­ci, Thiago Monteiro, Rogerio Dutra Silva, Marcelo Melo, Bruno Soares, Marcelo Demoliner e André Sá es­tão confirmados no torneio,que começa no dia 15 de janeiro.

Esta será a primeira vez que Bia Maia entrará direto na chave princi­pal do Australian Open. A paulista, que atingiu o top 100 pela primei­ra vez este ano, é a atual número 1 do Brasil e 71 do mundo. Este será o quarto Grand Slam da carreira da atleta de 21 anos, que furou o quali e jogou Roland Garros e entrou direto em Wimbledon, onde passou para a segunda rodada, e no US Open.

“Estou muito feliz, será meu primeiro Australian Open. Estou me preparando, o primeiro foco é em Auckland. Quero manter meu objetivo de me manter agressi­va, sólida e acreditar em mim in­dependente das adversárias, que são duras também. Então, é tra­balhar no dia-a-dia para chegar bem na Austrália”, afirmou Bia

No masculino, Thomaz Bellucci buscará no quali sua décima par­ticipação no primeiro Grand Slam da temporada e Rogério Dutra Sil­va e Thiago Monteiro tentarão jo­gar a chave principal pelo segun­do ano consecutivo. Número 101 do mundo, Rogerinho está clas­sificado para o quali, mas ainda tem boas chances de entrar direto na chave principal, caso haja de­sistência. Nas duplas, Bruno Soa­res busca o bicampeonato e Mar­celo Melo pretende se manter na primeira colocação no ranking.

No juvenil, o Brasil conta com a presença de cinco juvenis, Thia­go Wild, João Lucas Reis, Matheus Pucinelli e Igor Gimenez na chave principal e Gilbert Klier no quali. Número 21 do mundo e primeiro do país no juvenil, Wild disputa­rá pela primeira vez o Australian Open. Mas em 2018, o foco do pa­ranaense de 17 anos, que faz parte do trabalho de transição realizado pela CBT, será no profissional.

“Comecei a pré-temporada se­mana passada. Fiquei um tempo parado porque torci o tornozelo no Challenger do Rio. Eu já joguei to­dos os Grand Slams menos esse e como é meu último ano no juvenil vou com a mentalidade de ser cam­peão, mas meu foco para o ano que vem será o profissional, principal­mente a transição para Challengers para jogar torneios maiores e subir mais rápido no ranking”, afirmou o tenista, que conquistou seu primei­ro título no profissional, em Antal­ya, na Turquia, e que venceu o top 100 Nicolas Jarry, no challenger do Rio de Janeiro, em novembro.

 


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