Esportes

Cidade-luz de dia

Redação DM

Publicado em 17 de julho de 2018 às 03:02 | Atualizado há 8 anos

A seleção francesa de­sembarcou em Paris e foi recebida com tapete vermelho no Aeroporto Roissy­-Charles de Gaulle, fora da cida­de. A expectativa era tanta para saber quem seria o primeiro a sair do avião, que os funcionários do local brincaram por algum tempo fingindo abrir a porta. A primeira a sair, continuando a brincadeira, foi a tripulação. Logo depois, o go­leiro e capitão da conquista, Hugo Lloris, saiu da aeronave carregan­do a taça da Copa do Mundo.

Depois dele, o técnico Didier Deschamps apareceu, seguido do restante dos jogadores, que foram saindo aos poucos e comemoran­do, cada um à sua maneira. Griez­mann abriu os braços e gritou, en­quanto Pogba estava visivelmente feliz e animado. A próxima para­da foi a Avenida Champs-Élysées, onde muitos torcedores comemo­raram por toda a noite de domin­go a conquista do bicampeonato. Desde o aeroporto, uma quanti­dade enorme de torcedores come­moravam vestindo a camisa da se­leção e balançando bandeiras da França. Haverá carreata para des­file com a taça conquistada.

Dentro de campo, a França conquistou o bicampeonato mun­dial ao derrotar a Croácia por 4 a 2, em partida recheada de polêmi­cas, intervenção do VAR e pênalti. Os gols foram marcados por Man­dzukic (contra), Griezmann, Po­gba e Mbappé, premiado como a revelação da competição.

As comemorações prometem se estender ao longo da semana e não se limitaram apenas ao âm­bito futebolístico. Até mesmo o metrô de Paris decidiu entrar na onda das festividades e anunciou nesta segunda-feira a mudança nos nomes de algumas estações a fim de celebrar o título que não vinha desde 1998.

“Obrigado, les Bleus. A RATP ce­lebra com a seleção francesa nas re­des sociais. Oferecemos seis novas estações de metrô em homenagem aos Bleus, campeões do mundo!”, anunciou a RATP, administradora do metrô de Paris, nas redes sociais.

Terceiro da história a conquistar a Copa do Mundo como jogador e treinador, Didier Deschamps, co­mandante dos Bleus em solo russo, recebeu uma homenagem espe­cial em uma das principais e mais reconhecidas estações da capital francesa. A Champs Elysées-Clé­menceau ganhou o nome de Des­champs Elysées-Clémenceau. Essa não foi a única mudança dedicada ao treinador, capitão da conquista em 1998. A estação Notre-Dame des Champs foi rebatizada para Notre Didier Deschamps.


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