Copa do Mundo de 2026 tem 48 seleções confirmadas após definição das últimas vagas
Aline Drumond - Estágio DM
Publicado em 1 de abril de 2026 às 15:08 | Atualizado há 4 meses
Com novo formato, Copa de 2026 amplia número de seleções e sedes do torneio | Foto: Reprodução
A Copa do Mundo de 2026 já tem seu cenário definido. Com a ampliação histórica para 48 seleções, o torneio que será disputado entre 11 de junho e 19 de julho, terá como sedes os Estados Unidos, México e Canadá, países que garantiram vaga automática por serem anfitriões.
A nova configuração do Mundial reflete diretamente na diversidade de participantes. Além das seleções tradicionalmente dominantes, a lista inclui equipes que vêm ganhando espaço no cenário internacional, impulsionadas pelo aumento no número de vagas.
Lista reúne potências e estreantes na Copa de 2026
Na América do Sul, a presença segue forte com Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia, Equador e Paraguai, mantendo a tradição do continente como um dos principais polos do futebol mundial.
A Europa, que concentra o maior número de vagas, chega com um grupo robusto liderado por potências como Inglaterra, França, Alemanha, Espanha, Portugal, Bélgica e Holanda. O continente também será representado por seleções competitivas como Croácia, Suíça, Áustria e Escócia, além dos últimos classificados: Turquia, República Tcheca, Suécia e Bósnia e Herzegovina.
No continente africano, a lista de classificados reforça o crescimento técnico da região, com Marrocos, Senegal, Egito, Argélia, Gana, Costa do Marfim, Tunísia, África do Sul e Cabo Verde, além da República Democrática do Congo, que assegurou vaga por meio da repescagem.
A Ásia também amplia sua presença com seleções consolidadas como Japão, Coreia do Sul, Irã e Arábia Saudita, além de Catar, Austrália, Uzbequistão e Jordânia. O grupo ainda conta com o Iraque, classificado via repescagem intercontinental.
Na região da América do Norte, Central e Caribe, além dos anfitriões, também garantiram presença Curaçao, Haiti e Panamá. Já a Oceania será representada pela Nova Zelândia.
Com o novo formato, a edição de 2026 marca uma mudança significativa na história da competição. A ampliação do número de participantes não apenas aumenta o alcance global do torneio, como também abre espaço para novas narrativas, permitindo que seleções fora do eixo tradicional ganhem visibilidade sem que o protagonismo das grandes potências seja reduzido.