Esportes

De volta ao time, capitão esmeraldino quer imposição

Redação DM

Publicado em 6 de abril de 2018 às 02:49 | Atualizado há 8 anos

Seguindo a preparação para a fi­nal, o Goiás fez na tarde de ontem o antepenúltimo treino para a de­cisão do Campeonato Goiano. Em trabalho fechado, o técnico Hélio dos Anjos fez mistério sobre quem entra em campo. No entanto, a ten­dência é que o time que empatou em Aparecida de Goiânia seja repe­tido. A única alteração será a volta de Eduardo Brock, que cumpriu suspensão. Capitão do time, Brock deu a receita do que a equipe deve fazer para sair com o título.

“O Goiás tem que ser o que foi até hoje. A força que nós demons­tramos até hoje no campeonato. Chegamos bem na final. É uma semana muito boa, decisiva, que onde a gente possa erguer um tro­féu, porque é importante para a car­reira de cada um, para a história do clube de colocar o nome na história. O Goiás tem que fazer o que vem fazendo, bons jogos, bom trabalho, com um estilo de jogo muito bom. Isso a gente tem que impor no iní­cio do jogo de domingo, aí a proba­bilidade de as coisas acontecerem de uma boa forma, um bom final é muito maior’’, falou o defensor.

O zagueiro criticou o gramado do Anníbal Batista de Toledo. Se­gundo o defensor, o campo não tinha condições de receber o jogo, ou então, que tivesse esperado um pouco mais para que desse início a partida. Agora jogando no Serra Dourada, Brock espera que o cam­po esteja em melhores condições, mesmo com a previsão de chuva para o domingo. O defensor sa­lientou que o gramado da capital tem uma melhor drenagem e que isso beneficia o time esmeraldino.

“O gramado que não poderia ter começado o jogo, não tinha con­dições. Tinha que ter esperado um tempo para a bola poder rolar. No final que a bola começou a rolar um pouco, isso dificulta qualquer um, até o (jogador) mais técnico, isso é horrível, porque não se con­segue dar um passe pelo chão, tem que se jogar pelo alto, acaba sendo um jogo de bola parada. Agora é o Serra Dourada, que tem um gra­mado sensacional, que indepen­dente de dar uma grande chuva a drenagem suporta mais. Isso é bom para a nossa equipe, porque nossa equipe troca passes’’, anali­sou o defensor .

 

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