Esportes

Douglas Costa e a pressão de substituir Neymar

Redação DM

Publicado em 6 de outubro de 2015 às 00:47 | Atualizado há 11 anos

A seleção brasileira está finalmente completa em Santiago. Nesta terça-feira, os zagueiros Marquinhos e David Luiz e o atacante Lucas, todos do PSG, o meia Kaká, do do Orlando City, e o atacante Douglas Costa, do Bayern de Munique, se apresentaram na capital chilena para a partida de quinta-feira, na abertura das eliminatórias da Copa do Mundo de 2018, na Rússia.

Um dos mais assediados foi Douglas Costa. Destaque do Bayern neste início de temporada, o jogador teve que falar sobre a possibilidade de substituir Neymar, suspenso dos jogos contra o Chile e a Venezuela, e da decisão do seu colega de clube, o lateral-direito Rafinha, de pedir dispensa da seleção.

Para Douglas Costa, o atacante do Barcelona fará muita falta ao time. Mas ele não se vê como substituto de Neymar, caso seja confirmado no time pelo técnico Dunga.

– Não procuro pensar que vou substituir Neymar e sim que tenho que fazer o meu trabalho. Claro que ele é fantástico e faz falta, mas sabemos lidar com tudo isso – garantiu o atacante, satisfeito em retornar à seleção brasileira.

– É sempre legal voltar à seleção. Ainda mais em uma eliminatória. É tradição. A eliminatória tem Chile, Argentina, Colômbia. Sabemos que os adversários são difíceis – disse.

Sobre o , o atacante viu como uma opção pessoal do lateral.

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– Ele decidiu não vir e acabou. Voltamos a treinar. Ele é experiente, sabe o que é melhor para ele – disse.

ALEGRIA PELA CONVOCAÇÃO

Já o veterano Kaká, de 33 anos, não escondeu a alegria de voltar a servir a seleção numa competição oficial. Ele foi convocado depois que o meia Philippe Coutinho, do Liverpool, .

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– Recebi a convocação com a a alegria de sempre. A minha chamada se deu dentro do critério de coerência adotado pela comissão técnica e não importa a maneira como aconteceu. Lamento a contusão do Philippe Coutinho, mas temos de estar preparados para quando a oportunidade surgir.

O zagueiro David Luiz vai disputar a sua primeira eliminatória. Para o jogador do PSG, a competição “nunca foi fácil”. Mas o torneio deste ano promete ser ainda mais complicado.

– Atualmente, as seleções melhoraram muito de nível. Até mesmo o Peru e a Venezuela, que conseguíamos derrotar com frequência, progrediram e oferecem agora muitas resistência. Sem falar nos adversários tracionais de sempre, como Argentina, Uruguai, Colômbia, Chile, Paraguai. Quer dizer, não sobrou ninguém – disse o jogador, dando a receita para ter sucesso no torneio.

– Tem que ter inteligência para não perder a cabeça. Faz parte do desenvolvimento da equipe quando tem a chance de ter inúmeros jogos para crescer e desempenhar o trabalho.

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