Esportes

Dragão quer usar experiência de 2016 como inspiração

Redação DM

Publicado em 30 de março de 2018 às 03:52 | Atualizado há 8 anos

Nesta altura da temporada, a comparação é quase automática, instantânea. Em 2016, o Atlético foi eliminado na semifinal do Campeo­nato Goiano pelo Anápolis, além de ter sido eliminado na primeira fase da Copa do Brasil pelo modesto Ypi­ranga (RS). A posteriori, no entan­to, conseguiu uma recuperação his­tórica no ano e se sagrou campeão do Campeonato Brasileiro Série B.

Na atual temporada, o fraco esta­dual e eliminação precoce na Copa do Brasil se repetiram. Um atleta em especial – um dos dois remanescen­tes de 2016, ao lado de Kléver – se apega àquela época para acreditar no ressurgimento do rubro-negro: o lateral-direito Jonathan.

Durante a campanha que deu o caneco da segundona ao Dra­gão, Jonathan pouco foi aprovei­tado pelo técnico Marcelo Cabo por conta de lesões, mas deu con­ta do recado quando acionado e, ainda por cima, fez vários amigos daquele histórico plantel. Assim como na longínqua temporada de 2016, a tendência é que, para a Série B que se inicia no dia 13 de abril, a diretoria rubro-negra man­tenha a base do time que fracassou no Goiano e Copa do Brasil.

“Os grupos têm por característi­ca serem unidos [2016 e 2018]. Para se ter uma ideia, o pessoal de 2016 ainda se comunica e formávamos uma verdadeira família. Brincáva­mos bastante. O atual elenco infe­lizmente não deu certo em relação ao resultado dentro de campo, mas cada um que veio, trabalhou com honestidade, além de serem tra­balhadores de caráter e pais de fa­mília. Certamente quem não per­manecer terá as portas abertas em outros lugares”, afirmou o lateral.

Outro que estava na equipe vi­toriosa há duas temporadas e ain­da permanece no clube é o coorde­nador técnico João Paulo Sanches. No ano passado, comandou o Dra­gão em boa campanha do segundo turno da Série A, mas no Goianão não conseguiu vencer à frente do clube, dando lugar a Claudio Ten­cati, que está tendo oportunidade de trabalhar com seu elenco na cha­mada “intertemporada”.

“O João Paulo Sanches termi­nou bem na Série A e iniciou o tra­balho deste ano da mesma forma. Mas, infelizmente, o futebol é assim: quando não há resultados, aconte­cem mudanças. É uma pena por ser um cara de caráter e um profis­sional exemplar que nos auxilia no dia a dia. De qualquer forma, che­gou outro técnico com essas mes­mas características (Claudio Ten­cati). Creio que, com a intensidade dos treinamentos e todo mundo se doando ao máximo, a tendência é que as coisas comecem a dar certo daqui para frente”, opinou Jonathan.

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