Esportes

Evento-teste paralímpico será em maio no Engenhão

Redação DM

Publicado em 7 de novembro de 2015 às 06:05 | Atualizado há 11 anos

O Grand Prix de Atletismo Paralímpico do Rio, no Engenhão, entre os dias 19 e 21 de maio, vai ser não apenas o evento-teste para as Paralimpíadas de 2016. Mas terá dimensão internacional, na avaliação de Edilson Alves da Rocha, o Tubiba, diretor técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

— Por ser o evento-teste, o mundo todo vai querer vir para o GP. Devemos receber uns 400 atletas de cerca de 40 países. Na edição anterior, no Ibirapuera, em São Paulo, haviam sido 290 de 25 nações — comentou ele, por telefone, de Brasília. — Será um mini Mundial, com o mesmo programa de provas das Paralimpíadas, mas de forma resumida.

chance para garantir vaga

O dirigente previu um alto nível de competitividade para o GP carioca. Mas deixou claro que nenhum atleta sem índice para estar em competições internacionais poderá participar.

— Será o último grande teste antes das Paralimpíadas (que serão quatro meses depois, em setembro) e a última grande chance para atletas brasileiros obterem as vagas na equipe. Hoje, tenho mais de 60 atletas com índice e 40 vagas no caso do atletismo. Então, o GP vai servir para obter essas marcas e essas vagas — explicou. — Creio que isso valha para atletas de outros países que vão competir no local dos Jogos. A organização vai testar tecnologia, placares, cerimonial, resultados, tudo.

Sobre o fato de o Brasil ter sido sétimo no quadro de medalhas do Mundial do Qatar (mês passado), e não quinto, como planejava, ele disse que alguns atletas tiveram problemas, como Odair Santos (que se sentiu mal nos 5.000m), Matheus Evangelista e Verônica Hipólito, que sequer viajaram. Favorita ao ouro, Terezinha Guilhermina levou duas pratas.

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