Federação Internacional de Motociclismo aponta causas de falhas na pista e assegura correção para próximo GP do Brasil
Redação
Publicado em 24 de março de 2026 às 20:33 | Atualizado há 2 meses
condições climáticas afetaram diretamente o acabamento da pista e contribuíram para o surgimento de defeitos
A Federação Internacional de Motociclismo divulgou um comunicado oficial nesta terça-feira (24/03), em nome da direção de prova da MotoGP, reconhecendo problemas no asfalto durante o Grande Prêmio do Brasil, realizado no Autódromo Internacional de Goiânia – Ayrton Senna. A entidade afirmou que as falhas serão corrigidas antes do retorno da categoria ao país na próxima temporada.
Segundo a FIM, o circuito e a promotora da corrida realizaram investigações para identificar as causas dos problemas, que incluíram chuvas sem precedentes na fase final das obras. As condições climáticas afetaram diretamente o acabamento da pista e contribuíram para o surgimento de defeitos.
No sábado, um problema significativo foi identificado após o colapso de um antigo sistema de esgoto, não documentado, localizado sob o asfalto. A falha, que estava fora da linha ideal de corrida, foi rapidamente reparada pela equipe do circuito, permitindo a retomada das atividades.
No domingo, após a corrida da Moto2, houve degradação localizada do asfalto. Por questões de segurança, a organização decidiu reduzir a prova da MotoGP para 23 voltas, o equivalente a 75% da distância original. As equipes foram informadas da alteração diretamente no grid.
A FIM destacou que os problemas registrados foram reconhecidos pela promotora e pelo circuito e serão solucionados antes da próxima edição do evento. O GP do Brasil reuniu 148.384 espectadores em Goiânia, evidenciando o forte apelo da MotoGP no país.
Foto: Divulgação