Esportes

Geração emergente no caminho

Redação DM

Publicado em 6 de julho de 2018 às 00:42 | Atualizado há 8 anos

Em uma campanha crescente na Copa do Mundo da Rús­sia, a seleção brasileira terá um desafio de peso nas quartas de final da competição. Após três vitórias por 2 a 0–sobre Costa Rica, Sérvia e México–o time canarinho enfrenta a Bélgica, às 15h (horário de Brasília), em Kazan. Os coman­dados de Tite terão pela frente o que muitos no mundo do futebol chamam de “melhor geração bel­ga de todos os tempos”.

Em relação ao triunfo sobre o México, a equipe titular terá duas alterações. O lateral esquerdo Mar­celo, recuperado de um espasmo na coluna, retoma a vaga no lugar de Filipe Luis. O volante Fernadi­nho, por sua vez, entra desde o iní­cio no lugar do suspenso Casemiro.

Embora ainda não tenha balan­çado as redes na Copa do Mundo, Gabriel Jesus permanecerá como titular no comando de ataque, ape­sar da sombra de Firmino. Como de costume, Tite valorizou todo o grupo ao falar da concorrência en­tre os atletas e previu um duelo de alto nível em Kazan.

“O poder criativo da Bélgica é muito forte, a qualidade que ela tem. Vai ser um grande jogo, com duas equipes que primam pelo futebol bonito”, disse, elogioso em relação ao rival. “Tem valores téc­nicos e individuais, além de um grande treinador (Roberto Marti­nez)”, completou.

Na Rússia, o técnico espanhol tem a oportunidade de dirigir a melhor safra da história belga. Thi­baut Courtois (26 anos), Kevin De Bruyne (27 anos), Romelu Lukaku (25 anos) e Eden Hazard (27 anos) são os ícones de uma geração que já brilha por grandes clubes euro­peus, mas ainda tenta provar seu valor em uma Copa do Mundo.

“As duas seleções são seme­lhantes em termos de qualidade. Temos talento na nossa equipe. A diferença é que jamais ganhamos um Mundial. É uma vantagem que o Brasil possui, porque já superou essa barreira psicológica. Vamos respeitá-los, mas tentaremos ven­cê-los”, avisou Martinez.

Diante do Brasil, a tendência é que Chadli e Fellaini substituam Carrasco e Mertens, respectivamen­te. Nas quartas de final do Mundial, a Bélgica defende uma sequência de 23 partidas sem derrota (18 vitó­rias e cinco empates) – o último re­vés data de setembro de 2016.

O duelo opõe o melhor ataque da Copa do Mundo e uma das de­fesas menos vazadas. Com 12 gols em quatro partidas, quatro mar­cados por Romelu Lukaku, vice­-artilheiro do torneio, o time eu­ropeu é o de maior poder de fogo. Já o Brasil sofreu apenas um ten­to, assim como o Uruguai.

 

4 Jogos foram realizados entre Brasil e Bélgica, sendo três amistosos e um duelo na Copa do Mundo de 2002. Forâm três vitórias brasileiras e uma derrota


Leia também

Siga o Diário da Manhã no Google Notícias e fique sempre por dentro

edição
do dia

Impresso do dia