Esportes

Infantino atribui mudança a apelo democrático

Redação DM

Publicado em 11 de janeiro de 2017 às 01:05 | Atualizado há 9 anos

O aumento de 32 para 48 seleções a partir da Copa do Mundo de 2026 irá consolidar o futebol nos países periféricos, onde a modalidade não é tão tradicional, segundo o presidente da Fifa Gianni Infantino.

Em coletiva concedida horas depois do anúncio oficial da entidade confirmando a mudança, o mandatário defendeu o novo formato, que o fez vencer o xeque do Bahrein Salman bin Ebrahim al-Khalifa, seu principal rival na eleição de fevereiro do ano passado.

“O novo formato traz mais associações para participar da maior celebração do futebol. Temos que moldar o futebol, vendo que ele é mais do que a Europa e a América do Sul. O futebol é global. A febre do futebol em grandes partes do mundo, que hoje não têm chances, é algo que estava no topo de nossas ideias”, afirmou Infantino, que também prevê um alívio no calendário.

“Primeiro coloquei a expansão da Copa no meu manifesto, com 40 equipes em oito grupos de cinco, sendo oito jogos para o time que conquista a Copa, mas chegamos a um formato melhor, porque ele reduz o número de jogos se comparado ao inicial”, acrescentou.

 


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