Esportes

Prova europeia para a final

Redação DM

Publicado em 10 de julho de 2018 às 01:26 | Atualizado há 8 anos

França e Bélgica abrem as se­mifinais da Copa do Mun­do de 2018, às 15h(horário de Brasília), no Estádio Krestovsky, em São Petersburgo, na Rússia. Os belgas foram os algozes da seleção brasileira nas quartas de final, ga­nhando por 2 a 1. Já os franceses despacharam outro representante sul-americano, o Uruguai, com um triunfo por 2 a 0. Quem avançar vai cruzar o caminho na decisão de do­mingo com o vitorioso da outra se­mifinal, entre Inglaterra e Croácia, que acontece amanhã.

Apesar da rivalidade entre as duas seleções, que envolve ques­tões políticas e culturais, o clima é de leveza. O técnico da França, Didier Deschamps, entende que agora se chega a um momento da competição onde tudo foi feito e qualquer coisa pode acontecer.

“Chegamos a um momento em que os times se conhecem e sabem as suas forças. Estamos com o grupo completo e isso para mim é o mais importante, pois muitas seleções so­freram com desfalques e perdas de atletas por cartões acumulados. A Bélgica tem uma grande equipe e es­pero um jogo muito aberto e franco. A nossa ideia é impor o nosso estilo e chegar a esta grande decisão”, ana­lisou o treinador da França.

Roberto Martínez, comandan­te da Bélgica, entende o momen­to histórico do confronto. “Para nós é um momento incrível. Es­tamos repetindo um feito da me­lhor geração da história do futebol da Bélgica, que foi semifinalista na Copa do México em 1986. Elimi­namos a seleção brasileira, para muitos o melhor time da Copa, e agora temos um grande desafio pela frente, com alegria e a certe­za de quem sabe que pode manter o sonho ainda mais vivo”, analisou o treinador da Bélgica.

A força ofensiva das duas equi­pes chama muita atenção. Além do talento de Paul Pogba no meio decampo, a França tem uma linha de ataque de respeito, composta por Kylian Mbappé, Antoine Griez­mann e Olivier Giroud. Na Bélgica o maestro é Kevin De Bruyne, auxi­liado por Marouane Fellaini na mis­são de municiar os “imparáveis” Eden Hazard e Romelu Lukaku.

A França conta com todos os jogadores do elenco a sua dispo­sição, mas Deschamps tem uma dúvida de ordem tática no meio de campo, onde Corentin Tolisso e Blaise Matuidi disputam a con­dição de titular.

Pelo lado da Bélgica o desfal­que fica por conta do lateral-direi­to Thomas Meunier, suspenso por ter recebido dois cartões amarelos. A sua vaga vai ficar com Nacer Cha­dli, que será improvisado no setor. A vaga deixada por este será preen­chida por Thomas Vermaelen, com a marcação sendo reforçada.

 

14  Gols marcou a Bélgica em cinco jogos. Diabos Vermelhos têm o melhor ataque da Copa do Mundo


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