Esportes

Só depende de si

Redação DM

Publicado em 13 de março de 2018 às 01:16 | Atualizado há 8 anos

O Atlético teve um come­ço ruim no Campeonato Goiano, mas está em as­censão e tem conseguido impor­tantes resultados rumo à classi­ficação para as semifinais. Nos últimos oito jogos do rubro-negro no estadual, foram quatro vitórias e quatro empates. O auge da boa forma foi atingido no domingo (11), quando superou o rival Goiás por 1 a 0 no Serra Dourada. A duas rodadas do fim da primeira fase, o Dragão só depende de si para avançar: vencer Anapolina e Iporá.

Parece simples, mas a tare­fa não será fácil. Os dois próxi­mos adversários ainda lutam por uma vaga na fase final e o Atléti­co deve ter vida dura pela frente para ceifar os concorrentes dire­tos. A Anapolina possui 19 pon­tos, – contra 18 do rubro-negro – enquanto o Iporá soma 16 ten­tos no Grupo A. A atual fase atle­ticana é um contraste ao início de um time desentrosado. Nas quatro partidas que abriram o Goianão, o Atlético não venceu: empatou duas e perdeu duas.

“O Atlético tem que ser respei­tado. A gente não teve um bom co­meço de campeonato, mas fomos nos acertando aos poucos. Toma­ra que não tenha sido tarde. Agora temos dois jogos, que na verdade serão duas finais, para que a gen­te vença e busque a classificação para darmos moral à torcida, que tanto nos apóia”, desejou o lateral­-esquerdo Bruno Santos.

Outro fator que pode compli­car a vida do Atlético é o fato do técnico Cláudio Tencati não poder contar com vários jogadores titu­lares no confronto contra a Ana­polina, justamente pelas expul­sões no clássico contra o Goiás. No jogo de domingo (18), às 16h, no Estádio Jonas Duarte, em Anápo­lis, o Dragão não terá o lateral-es­querdo Bruno Santos, os volantes Rômulo e Valderrama e o meia To­mas Bastos, suspensos. O zagueiro Lucas Rocha está lesionado, bem como o lateral-direito Jonathan – este último deve voltar aos treinos nesta semana e pode jogar.

“A minha expulsão era o que o Goiás queria. Não é que eu fui infantil e caí na pilha deles, pois não fiz nada. Se pegarem o lan­ce na televisão, o adversário me empurrou e eu caí. Quando le­vantei, ele (Giovanni, meia do Goiás) já veio me xingando e por conta do bolo que se criou, aca­bei sendo expulso. Eu aprovei­to para pedir desculpas à torci­da, pois vinha jogando todos os jogos e gostaria de atuar em to­dos”, lamentou o lateral-esquer­do Bruno Santos, expulso no clás­sico após confusão generalizada.

 

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