Esportes

Sócios-torcedores estão em fase embrionária

Redação DM

Publicado em 22 de abril de 2015 às 01:56 | Atualizado há 11 anos

Álvaro de Castro da editoria de esportes
Os programas de sócios-torcedores explodiram no Brasil. Para muitos, esse é o caminho para o ressurgimento do grandes públicos no futebol brasileiro. Porém, em Goiás, o que se vê são projetos recentes e com pouquíssima adesão dos torcedores. O Internacional-RS lidera o ranking com mais de 130 mil sócios torcedores, seguido pelo Palmeiras-SP com 113 mil. Clubes mais regionais, como Chapecoense-SC e Sport-PE se destacam no cenário nacional.
O Goiás voltou com o “Nação Esmeraldina”, em 2015. Até o momento, o programa não tem conseguido chegar aos bons números, com apenas 700 sócios cadastrados, segundo o site “Movimento por um Futebol Melhor”. O Verdão ocupa a 46ª posição no ranking de sócios torcedores no Brasil. Os valores para se tornar colaborador do clube gira em torno de R$ 29 a R$ 139. Crianças e idosos tem desconto em planos adquiridos.
O Vila Nova conta com o “Sócio Tigrão”. O programa tem passado por reformulação, entretanto, o colorado conta com mais sócios cadastrados e preços mais acessíveis. Ao todo, o Vila tem 1.376 adeptos do programa, ocupando a 37ª posição no ranking nacional. O torcedor que quiser se tornar sócio paga de R$ 9 reais a R$ 39 reais. O Atlético não tem nenhum projeto de sócio-torcedor em andamento.

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