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Redação DM

Publicado em 15 de julho de 2018 às 02:57 | Atualizado há 8 anos

França e Croácia se enfrentam hoje, às 12 horas (horário de Brasília), no Estádio Luzhni­ki, em Moscou, na Rússia, na gran­de decisão da Copa do Mundo. Os franceses eliminaram a Bélgica nas semifinais, ganhando por 1 a 0. Já os croatas, de virada, fizeram 2 a 1 na Inglaterra, precisando de mais uma prorrogação, a terceira do time no torneio. Por conta dos tempos ex­tras, a Croácia vai ter jogado prati­camente oito partidas nesta edição.

Trata-se de um reencontro 20 anos depois. Ambos duelaram nas semifinais da Copa do Mundo de 1998 e os franceses ganharam por 2 a 1, arrancando para um título iné­dito, que ainda falta para os croatas.

Didier Deschamps, treinador da França, tem a chance de repetir o fei­to de Zagallo e do alemão Franz Bec­kenbauer, sendo campeão mundial como jogador e treinador. Ele inte­grou o time de 1998. O comandan­te se mostra otimista.

“Nós fizemos tudo o que tinha que ser feito até este momento e agora chegou a hora de ir a campo e tentar escrever uma história boni­ta. Estamos preparados desde mui­to antes de a competição começar e fomos ganhando força com ela, crescendo e superando os obstácu­los. Portanto, estou otimista e a mi­nha expectativa é a do título, mesmo sabendo que do outro lado do gra­mado estará um grande oponente”, disse Didier Deschamps.

O desgaste físico realmente é a maior preocupação do técnico Zla­tko Dalic. Mas até diante deste ce­nário ele procura buscar motivação. Nas oitavas os croatas eliminaram a Dinamarca nos pênaltis, enredo que se repetiu nas quartas contra a anfi­triã Rússia. Nas semifinais, as pena­lidades não foram necessárias, po­rém, a vaga diante dos ingleses veio mesmo na prorrogação.

“Nós escolhemos o caminho mais complicado e difícil. Enfren­tamos uma maratona de jogos, atuaremos um jogo a mais que a França e por isso mesmo sabemos que as dificuldade serão enormes. Mas como o que não mata fortale­ce, vamos buscar força justamen­te neste nosso poder de testar nos­sos limites. Falta mais um capítulo nesta história e queremos que o fi­nal seja feliz, pois a Croácia melho­ra”, disse Zlatko Dalic.

ESCALAÇÕES

As duas equipes não confirma­ram as escalações, mas como supe­ração é a palavra de ordem, a base das semifinais deverá ser mantida. Na França a aposta está no equilíbrio de Paul Pogba no meio e na força ofensiva do trio: Kylian Mbappé, An­toine Griezmann e Olivier Giroud.

Pelo lado croata a estrela da companhia é o maestro Luka Mo­dric, candidato a craque da Copa. Mas não se pode desprezar o opor­tunismo do perigoso artilheiro Ma­rio Mandzukic, autor do segundo gol contra a Inglaterra.

 


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