Brasil

Estádio Serra Dourada terá “vida 24 horas”, diz Daniel Vilela

Redação DM

Publicado em 1 de setembro de 2023 às 18:27 | Atualizado há 3 anos

Maior palco do esporte goiano, o Estádio Serra Dourada vai aliar em seu espaço: futebol, entretenimento, comércio e administração pública. Isso porque o Governo de Goiás, gestor do local, prepara um projeto de revitalização completa do estádio. A explicação foi dada pelo governador em exercício, Daniel Vilela, em entrevista para Record TV Goiás, na quinta-feira, 31. É ele quem lidera o grupo de trabalho designado pelo governador Ronaldo Caiado para tratativas sobre a praça. As Secretarias de Esporte e Lazer (Seel), Administração (Sead), Geral de Governo (SGG), a Goiás Parcerias e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) integram o planejamento. 

“Nossa ideia é transformá-lo em um local de uso diário, que dê fluxo de pessoas, que tenha restaurantes, lojas, uma série de serviços, que a gente possa levar grande parte dos servidores públicos do Estado que estão em locais alugados e criar uma condição de trabalho lá também, já que está ao lado da Prefeitura de Goiânia, da Assembleia Legislativa e do Ministério Público Federal. O objetivo é criar ali uma praça que vai ter vida 24 horas por dia”, explicou Daniel Vilela.

Em seu ponto de vista, a ausência do estádio na lista de sedes da Copa do Mundo de Futebol masculino de 2014 foi evento “trágico e mortal” para o Serra Dourada, que completou 48 anos em março. Daniel destacou que hoje há uma tendência dos clubes de terem suas próprias arenas, menores, com custo também menor. “Nesse sentido, o governador Ronaldo Caiado determinou que a gente possa, através de um projeto de concessão, revitalizar o Serra e torná-lo uma praça referência de entretenimento para os goianos”, disse. 

Toda a área será revitalizada. “O espaço externo do Serra Dourada é algo que nenhum estádio do Brasil tem. Tanto do ponto de vista arquitetônico, quanto de engenharia. E é uma estrutura muito bem-feita. No entanto, vamos focar em criar uma acústica mais adequada. Goiânia tem um problema para fazer grandes eventos por causa de uma questão de volume mesmo. Ali é uma região adensada para residências e a gente precisa se adequar a isso”, projetou Daniel.

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