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Israel condena ataque em Sydney que matou 11 durante celebração judaica

Redação Online

Publicado em 14 de dezembro de 2025 às 09:31 | Atualizado há 6 meses

Segundo a polícia local, um dos suspeitos foi morto no local e outro permanece detido
Segundo a polícia local, um dos suspeitos foi morto no local e outro permanece detido

O presidente de Israel, Isaac Herzog, classificou como “cruel ataque a judeus” o atentado que deixou 11 mortos na praia de Bondi, em Sydney, neste domingo (14/12), durante a celebração da festa judaica de Hanukkah. Em comunicado oficial, Herzog afirmou que o ato foi cometido por “terroristas vis” e cobrou do governo australiano providências diante da crescente onda de antissemitismo no país.

Segundo a polícia local, um dos suspeitos foi morto no local e outro permanece detido. As forças de segurança ainda não confirmaram se o atentado teve motivação exclusivamente antissemita, mas líderes políticos e religiosos apontam o caráter direcionado do ataque. O primeiro-ministro do estado de Nova Gales do Sul, Chris Minns, declarou que o atentado foi “planejado para atingir a comunidade judaica de Sydney”.

Relatos apontam que o ataque surpreendeu os participantes no momento em que acendiam a primeira vela do Hanukkah. “Havia muitos corpos no chão… Ajudaram os idosos a se levantar”, disse uma das testemunhas. O vídeo que circula nas redes sociais mostra um homem desarmando um dos atiradores, o que tem sido descrito como um ato heroico por moradores e autoridades locais.

Em sua fala, Herzog afirmou: “Enviamos nossa mais calorosa força daqui, de Jerusalém, e repetimos nosso alerta ao governo australiano para que combata a enorme onda de antissemitismo que está assolando a sociedade australiana”. O premiê da Austrália, Anthony Albanese, classificou o ataque como “chocante e perturbador” e expressou solidariedade às vítimas e suas famílias.

Foto e Vídeo: Redes Sociais

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