Pelo menos 40 morrem na operação dos EUA para capturar Maduro, diz jornal
Redação Online
Publicado em 4 de janeiro de 2026 às 10:48 | Atualizado há 6 meses
A ofensiva resultou em mortes de civis e soldados venezuelanos, conforme informado por um alto funcionário do governo local
Pelo menos 40 pessoas morreram durante a operação conduzida pelos Estados Unidos para capturar Nicolás Maduro nesta sexta-feira (03/01), segundo o jornal americano The New York Times. A ofensiva resultou em mortes de civis e soldados venezuelanos, conforme informado por um alto funcionário do governo local, que preferiu não se identificar.
Mais de 150 aeronaves americanas foram enviadas para neutralizar as defesas aéreas da Venezuela. A manobra permitiu que helicópteros militares chegassem à base onde Maduro estava. Durante a ação, um incêndio atingiu Fuerte Tiuna, maior complexo militar venezuelano.
Após a captura em Caracas, Maduro e a primeira-dama Cilia Flores foram levados ao navio de guerra Iwo Jima, ancorado no Caribe, e depois transportados de avião até a Base Aérea da Guarda Nacional de Stewart, em Nova York. O ditador desembarcou algemado, acompanhado por agentes federais.
A procuradora-geral Pam Bondi anunciou que Maduro será julgado em Nova York. As acusações incluem conspiração para narcoterrorismo, tráfico de cocaína, posse e conspiração para posse de metralhadoras e explosivos. Cilia Flores também foi formalmente acusada.
Donald Trump afirmou que a captura de Maduro simboliza o controle americano na América Latina. A operação gerou reações internacionais e levanta questionamentos sobre os impactos geopolíticos da intervenção.
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