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Sistema antimíssil brasileiro ajuda a reduzir ataques, relata residente em Kiev

Brasileiro em Kiev atua como assistente médico e presta atendimento a soldados feridos em conflitos na Ucrânia.

Militares ucranianos disparam míssil na região de Kharkiv. Militares ucranianos disparam míssil na região de Kharkiv.

O sistema antimíssil brasileiro tem sido apontado como um fator importante para a redução dos ataques em Kiev, de acordo com o relato de Rony de Moura, médico brasileiro que vive na capital ucraniana. Em entrevista, ele afirmou que a situação atual é mais tranquila em comparação ao início da invasão russa.

Rony explicou que há poucos casos de ataques em Kiev devido ao sistema antimísseis instalado recentemente. Ele ressaltou, no entanto, que a situação em outras regiões próximas, como Dombass, Bakhmut e Mariupol, é dramática. Segundo o médico, conhecido nas regiões relatam que cada vez mais soldados russos estão chegando.

Atualmente, Rony atua como assistente de um médico ucraniano e presta atendimento a diversos soldados feridos em conflitos. Ele conta que muitos dos pacientes que recebem no trabalho têm lesões causadas por balas, estilhaços e amputações.

Embora não haja desabastecimento de produtos, o médico relata que o preço de todos os produtos subiu devido à guerra. Rony chegou a pensar em se alistar, mas é contra carregar arma como profissional de saúde. Mesmo assim, ele continua trabalhando incansavelmente para ajudar os feridos e colaborar com a população suportada pelo conflito.

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