15 anos de saudade: Carlos Francisco da Rocha (in memoriam)
Redação DM
Publicado em 7 de julho de 2016 às 02:35 | Atualizado há 10 anosCarlos Francisco, meu pai, homem de fé, temente a Deus, pai, filho, esposo, amigo dos amigos, trabalhador, o servidor público, o policial militar, caridoso, gentil. O meu amor, meu herói. Entre tantos artigos, tantas críticas, sugestões, debates, indignações escritas por mim neste espaço, hoje escrevo com saudade e muito amor.
Estamos há 15 anos sem ele, que faleceu vítima de câncer em 7 de julho de 2001. Foi um grande homem, policial militar com orgulho, com dedicação e com emoção.
Líder ativo na região do Parque Ateneu onde construiu sua casa, trabalhou e contribuiu ativamente para o crescimento da região, construiu sua família.
Escrevo com os olhos cheio de lágrimas, pois meu Pai era e sempre continuará sendo meu espelho, o homem de garra que sempre me motivou e acalentou quando mais precisava, sempre com uma palavra de carinho, atenção e cuidado.
Acredito muito na espiritualidade e sei que você Carlos Francisco está bem e foi acolhido nos braços do Pai. A morte é uma passagem para o verdadeiro mundo, a morte não foi um fim, mas sim o recomeço de outra etapa, e que eles, os entes queridos, continuam existindo e ligados aos que ficaram pelos laços da afetividade.
E, apesar de toda a melancolia, nossa pequena grande família ficou mais unida do que nunca. Estamos mais pensativos e vivendo o amor como deve ser. A vida é um eterno aprendizado e cabe a nós sermos melhores. Pai, muito obrigada por ter vivido, nos ensinado o sentido de viver em comunhão, te amo intensamente e pra sempre.
Finalizo este artigo com a bela citação de André Luiz: “Procure compreender as dificuldades do próximo. Não conserve ressentimentos. Desculpe ofensas, sejam quais sejam, colocando os assuntos desagradáveis no esquecimento.
Trabalhe quanto puder, tornando-se útil quanto possível. Mobilize o tempo de que disponha no serviço aos Semelhantes. Adote a simplicidade por clima de Paz. Continue aprendendo sempre.
Esqueça você mesmo, criando alegria para os outros. Viva em Paz com a própria consciência e deixe que os Companheiros vivam a existência deles próprios. “Cultive a paciência sem ansiedade e, procedendo com os Semelhantes, como estima que com você procedam, estará sempre no caminho da verdadeira Felicidade.”
(Lorena Ayres, advogada, articulista e comendadora)