Opinião

Gabrielli

Vou dar razão ao sr. Sergio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, quando diz que a corrupção na empresa não é sistêmica. Ele defende a tese de que era pontual e individualizada. E não podia ser diferente. As fontes de achaque têm metodologias distintas. Cada um roubava a sua maneira. Um a um foram sendo descobertos. Sistema há que ter dirigentes competentes, o que não é o caso do sr. Gabrielli e muito menos Graça Foster. Lava Jato está longe de acabar e certamente em breve atingirá estes dois últimos citados bem como o grande beneficiário de toda esta sangria na ex-maior empresa do País. O cerco está se fechando.

(Iria de Sá Dodde, via e-mail)

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