Opinião

A importante missão da ONU em defesa dos direitos das crianças

André Junior ,Especial para Opinião Pública

diario da manha

 

A Organização das Nações Unidas é uma instituição internacional composta atualmente por 192 países. Sua fundação ocorreu através da Conferência de São Francisco no dia 24 de outubro de 1945, logo após o término da Segunda Guerra Mundial. Entre seus principais objetivos estão: manter a paz e a segurança no mundo, fomentar relações cordiais entre as nações, promover o progresso social, melhores padrões de vida e direitos humanos.

É uma instituição formada por vários órgãos e por uma série de agências especializadas, entre elas estão: Organização Mundial da Saúde (OMC), Organização Internacional do Trabalho (OIT), Banco Mundial (BM), Fundo Monetário Internacional (FMI). Além de programas como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Tem como objetivo promover a defesa dos direitos das crianças. O mundo já viu muitas guerras. Todas elas prejudicam as famílias dos países atingidos, especialmente as crianças. Depois da segunda guerra mundial, que terminou em 1945, muitas crianças na Europa, no Oriente Médio e na China não tinham quem cuidasse delas. Fica sem casa, sem família, sem saúde, sem comida, às vezes sem tudo isso de uma vez. Dizem que a união faz a força. Então, um grupo de países reunidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) resolveu arregaçar as mangas e fazer alguma coisa. Foi fundada em 11 de dezembro de1946 e foi criada para ajudar as crianças que viviam na Europa e que sofreram com a segunda grande guerra. Sua sede é em Nova Iorque nos Estados Unidos.

No começo, o Unicef era um fundo de emergência para ajudar as crianças que sofreram com a guerra. Mas alguns anos depois, milhões de crianças de países pobres continuavam ameaçadas pela fome e pela doença. Não dava para ficar de braços cruzados. Em 1953, o Unicef tornou-se uma instituição permanente de ajuda e proteção a crianças de todo o mundo, e é a única organização mundial que se dedica especificamente às crianças. Hoje, está presente em 191 países. Em termos genéricos, trabalha com os governos nacionais e organizações locais em programas de desenvolvimento á longo prazo, nos setores da: saúde, educação, nutrição, água e saneamento e também em situações de emergência, ajudar a dar resposta às suas necessidades básicas e contribuir para o seu pleno desenvolvimento.

Em paralelo o Unicef apoia projetos concretos desenvolvidos por organizações não-governamentais ou governamentais que oferecem soluções locais ao problema. São projetos de atendimento direto a crianças e adolescentes em todas as regiões do mundo. As iniciativas que conseguiram criar metodologias inovadoras e eficientes para tratar o problema são divulgadas e inspiram outras instituições e projetos.

Ao elaborar o seu Plano de Ação para 2002/2005, o Unicef decidiu mobilizar os seus recursos para conseguir resultados para as crianças em seis áreas de intervenção prioritária:

  • Educação das crianças: para que todas as crianças tenham acesso e completem o ensino primário.
  • Desenvolvimento na primeira infância: para que cada criança tenha o melhor começo de vida.
  • Imunização “mais”: proteger as crianças de doenças e deficiências, dando especial relevo à imunização.
  • Luta contra o HIV/SIDA: para prevenir a propagação da doença e para que as crianças e jovens infectados recebam cuidados adequados.
  • Proteção Infantil: para que todas as crianças possam crescer livres da violência, exploração, abusos e discriminação.
  • Educação escolar.

A missão é lutar por um mundo melhor, com o respeito pelas crianças. A resolução dos problemas das crianças é o seu principal objetivo.

A garantia desses direitos tem a ver com o reconhecimento de que alguns grupos de crianças e adolescentes estão mais vulneráveis à violência, à exploração e a várias situações de risco. Por isso, os direitos devem ser entendidos a partir de dois temas transversais fundamentais na universalização dos direitos: a promoção da equidade de raça/etnia e de gênero e a participação das próprias crianças e adolescentes nas decisões que afetam sua vida, sua família e sua comunidade.

 

(André Junior – membro UBE – União Brasileira de Escritores – Goiás – [email protected])

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