Opinião

Alo? Desculpe, engano

diario da manha
office black telephone with hand isolated on white

Desde a revelação dos grampos do seu telefone, Lula recebeu apenas duas ligações e ambas eram engano. Uma disse que era engano e pediu desculpas; a outra pessoa, ao reconhecer a voz, simplesmente desligou.
Esse mês a conta vai ser baixinha, baixinha…
(Claudio Juchem, via e-mail)


 

 

Em defesa de Sérgio Moro

Federal Judge Sergio Moro during a session of the Committee on Constitution and Justice of the Senate that discuss changes in the Code of Criminal Procedure, in Brasilia, on September 9, 2015. Judge Moro leads Brazil's huge anti-corruption drive that investigates the cases of corruption in the state-owned oil company Petrobras. AFP PHOTO/EVARISTO SA
Federal Judge Sergio Moro during a session of the Committee on Constitution and Justice of the Senate that discuss changes in the Code of Criminal Procedure, in Brasilia, on September 9, 2015. Judge Moro leads Brazil’s huge anti-corruption drive that investigates the cases of corruption in the state-owned oil company Petrobras. AFP PHOTO/EVARISTO SA

Os cidadãos brasileiros que não compactuam com a pouca vergonha que tomou conta do nosso país nos últimos tempos, repudiam com veemência a atitude daqueles que deveriam estar do lado da retidão, mas que ficam por aí dando corda para usurpadores da nossa nação. É inacreditável que um Juiz com as qualidades de Sérgio Moro, patriota que vem trabalhando diuturnamente para condenar aqueles que metem as mãos nos cofres públicos e deixam a sociedade comendo o pão que o diabo amassou, tenha o seu trabalho criticado. O nosso país está carente de homens com as qualidades desse magistrado. Quisera tivéssemos no nosso parlamento um bom número de parlamentares com os predicados desse Juiz. Ele está fazendo uma faxina no nosso país. Homens e mulheres de bem, permaneçamos do lado desse caçador de corruptos e jamais venhamos mudar de ideia em troca de um pão com mortadela. Lava Jato, sempre.
(Jeovah Batista, Taguatinga, DF, via e-mail)


 

 

Gilmar Mendes

Ronaldo Gomes Ferraz

O ministro Gilmar Mendes atirou e acertou o que viu, mas acertou também no que não viu. Com o cancelamento da nomeação de Lula como ministro da Casa Civil, Gilmar Mendes prestou outro inestimável serviço ao nosso país, impedindo que Lula, no bojo da reforma ministerial que promoveria, trouxesse de volta ao comando de ministérios as nefastas figuras de Franklin Martins e Celso Amorim.
(Ronaldo Gomes Ferraz, via e-mail)


 

 

“Isento”, teoricamente

Silvio Natal

Para derrubar a decisão que impede o ex-presidente Lula de assumir o cargo de ministro-chefe da Casa Civil, o governo do PT está apostando na estratégia de questionar a imparcialidade do ministro Gilmar Mendes, do STF, para decidir o caso. A principal alegação da Casa é a de que o magistrado teria uma relação de “amizade” com quem subscreveu o pedido contra aquele que se diz o “mais honesto” do mundo. Isto porque, no caso, a causídica trabalha no mesmo instituto (IDP) do qual Mendes é sócio-fundador. Gilmar refuta, dizendo que ela apenas trabalha no instituto e que isso não faz de ambos “amigos” – argumento que faz todo sentido. É curioso que, paralelamente a isso, a AGU esteja, em outro “front”, pedindo ao ministro do STF Teori Zavascki liminar para garantir Lula no ministério, sem atentar que o Teori é o mesmo que: a) Barrou buscas da PF na casa do senador Renan Calheiros, de quem Dilma espera ajuda para livrar-se do impedimento; b) Concedeu liminar, em outubro de 2015, suspendendo o rito do impeachment, em sintonia com o que queria o Palácio do Planalto; c) Absolveu réus petistas na AP-470 (“mensalão”) da pena de formação de quadrilha, embora, de fato, os réus fossem notórios quadrilheiros; d) Mandou soltar importante executivo da Odebrecht que, segundo o juiz Sérgio Moro, “desempenhava papel relevante” no pagamento de propinas; e) Revogou a prisão do notório banqueiro André Esteves; e f) Mandou soltar o senador Delcídio do Amaral. Com decisões como estas partindo da pena do ministro Teori Zavascki, aliás nomeado por Dilma para integrar o colegiado da Suprema Corte, qualquer cristão ficaria com a “pulga atrás da orelha” e teria dúvidas ainda maiores quanto à isenção do referido para atuar nesses autos.
(Silvio Natal, via e-mail)

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