A pandemia acelera a digitalização do mercado imobiliário
Redação DM
Publicado em 29 de dezembro de 2021 às 16:33 | Atualizado há 5 anos
Nos últimos dois anos as
inovações tecnológicas passaram a ser ainda mais importantes para otimizar o
fechamento de negócios. No mercado imobiliário não é diferente. O uso da
tecnologia transformou as relações comerciais de aluguel e compra de imóveis e passou
a ser necessário para facilitar a tomada de decisão do cliente.
Nesse contexto, aumenta
consideravelmente o interesse, por exemplo, por dados de geolocalização no
mercado imobiliário. As pessoas estão a cada dia mais exigentes e faz toda a
diferença poder mostrar em poucos cliques ao futuro comprador todos os detalhes
da localização de um imóvel.
Dados do relatório Global Outlook
2021, da Mastercard, mostram que 6 em cada 10 pessoas comprariam ou alugariam
uma casa de maneira virtual e 88% diz que hoje é essencial ter informações de
localização dos imóveis. O levantamento mostra ainda que de 20 a 30% das
operações que migraram de ambientes físicos para o meio digital durante a
pandemia devem permanecer.
É um fato que as pessoas estão
recorrendo cada vez mais à internet na hora de comprar ou alugar e com certeza
são influenciadas sem nem mesmo sair de casa. Afinal, hoje o comprador pode ter
acesso facilmente a um tour virtual, fotos 360º, imagens do Google Street View,
imersão digital das redondezas de onde está pensando em morar e muito mais.
São oportunidades de negócios e
consequentemente a possibilidade de se alcançar resultados melhores. Quem não
estiver atento às novas ferramentas e às mudanças com certeza não conseguirá
acompanhar esse mercado que está a cada dia mais competitivo.
A pandemia acelerou a
digitalização do mercado imobiliário e esse é um caminho sem volta, mas temos
que lembrar sempre que a tecnologia não é fim, é meio que nos ajuda a construir
pontes com os clientes.