Ajuda da FBI americana
Redação DM
Publicado em 30 de julho de 2016 às 02:57 | Atualizado há 1 anoApós quatro meses de negociações, Maria Cristina Mendes Caldeira, ex- esposa de Valdemar da Costa Neto (PR-SP) e condenado no caso Mensalão, entregou ao FBI americano provas de offshore, e possível lavagem de dinheiro de políticos brasileiros nos Estados Unidos. A delação irá pegar em cheio até um ex- presidente da república com aplicação em fundo de investimentos em Nevada. Se a operação Lava Jato já tirava o sono de muitos políticos brasileiros, imagine agora com a cooperação norte americana ?
(Edgard Gobbi, via e-mail)
Dano moral para baixaria

A Dona Marisa, ex-primeira dama, processa a Uniao por divulgação de áudios da Lava Jato. No áudio que rodou o mundo essa senhora mostrou a sua classe. Não satisfeita, pediu uma indenização de cem mil reais, sendo 100 mil reais para ela, cem para o filho e cem para a nora. Pior do que mandar “os coxinhas enfiarem suas panelas no c..” é saber o nível de pessoa que ocupou por tanto tempo o Palácio do Planalto, vivendo às custas do suor do povo trabalhador. Ainda bem que a AGU se posicionou contra o pagamento. Quem deveria indenizar os brasileiros deveria ser essa senhora pela falta de educação, ética e princípio. Dano moral sofreram os brasileiros ao tomarem conhecimento dessa baixaria.
(Izabel Avallone, via e-mail)
Marta volta com Matarazzo

Depois de ser indeferido pelo governador Geraldo Alckmin, a sua candidatura a prefeitura de São Paulo, pelo PSDB, Andréa Matarazzo, entra para o partido do ministro Gilberto Kassab, o PSD, e para regozijo do PMDB, aceita ser vice na chapa de Marta Suplicy. Que desta forma a candidata Marta, se fortalece para a disputa da eleição majoritária de outubro próximo, e com grandes chances de voltar a ser prefeita da Capital. E se isso ocorrer, perde o PSDB, e principalmente o Alckmin, se o seu desconhecido candidato João Dória, fracassar nesta disputa. E talvez nem tenha o gostinho de disputar um 2º turno deste pleito. A impressão que fica é que o governador de São Paulo, tomou uma decisão com o estômago, quando exclui o Matarazzo, este que foi um fiel, e competente político dentre os quadros dos tucanos…
(Paulo Panossian, via e-mail)
Renúncia ou suicídio

Por metade dos escândalos ligados a corrupção, associados a mostras de incompetência e falta de liderança política, figuras públicas de qualquer país civilizado orientado pelos preceitos democráticos, ou já teriam recorrido ao suicídio ou, no mínimo, à entrega do cargo. Contudo, apesar do quadro melancólico atravessado pelo país na atualidade, ninguém por aqui renuncia, mesmo quando esta decisão se mostra a mais sensata e menos danosa, e, muito menos, se suicida. Como a última alternativa resultaria numa grande carga emocional e acabaria gerando um efeito indesejado, tudo leva crer que a primeira, se adotada no momento apropriado, pouparia enormes quantidades de recursos e energia.
(Paulo Roberto Gotaç, via e-mail)