Estagnação econômica
Redação DM
Publicado em 2 de fevereiro de 2016 às 22:28 | Atualizado há 1 ano
No programa Painel da TV Globo News de sábado (30/jan.), o economista Luís Carlos Mendonça de Barros afirmou que 90% da economia brasileira depende do setor privado, e a falta de confiança do empresariado em geral no atual governo Dilma é o fator preponderante do atual cenário de estagnação econômica que o País atravessa. Em resumo: o Brasil é como um avião grande que ninguém sabe para onde vai, e os pilotos estão perdidos, ou seja, o governo federal.
(Edgard Gobbi, via e-mail)
Dirceu não delata
Estarrecido, vejo o nobre causídico Roberto Podval, advogado de José Dirceu, soltar a seguinte pérola: “Por que o José Dirceu não faz uma delação? Aí ele entrega alguém e vai embora, seria a coisa mais óbvia. Mas alguns ainda têm caráter, outros nunca tiveram.” Quer dizer que roubar dinheiro público, mentir para uma nação inteira, cometer crimes continuados não desqualifica o caráter de ninguém. Só a delação o faz, e Dirceu não delata. Assim como a presidente Dilma, Podval não respeita delatores. Que mensagem ele está passando para os nossos jovens! Merecia uma séria censura da OAB.
(Ronaldo Gomes Ferraz, via e-mail)
Moção de apoio e solidariedade
A Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás (Aflag) tomou conhecimento das agressões verbais, humilhações e constrangimentos sofridos pela nossa confreira, professora Raquel Teixeira, e funcionários da Secretaria da Educação, Cultura e Esporte, quando tentavam explicar, em diálogo democrático, o projeto de modificação da educação do nosso Estado mediante as Organizações Sociais – OSs.
Com a presente Moção de Apoio e Solidariedade à professora Raquel Teixeira e aos funcionários da Seduce, expressamos também nosso total repúdio e indignação diante da afronta feita à autoridade constituída, principalmente sob o teto de uma instituição educacional, sendo ofensores seus próprios colegas de profissão, alunos e pais destes. Ficou evidente que aos agressores não interessa conhecer melhor a proposta de trabalho com as Organizações Sociais – OSs, uma vez que optaram por condená-la sumariamente, fugindo ao diálogo e partindo para ofensa pessoal.
Entendemos que eventuais divergências filosóficas, ideológicas, políticas ou religiosas devem ser debatidas em clima de respeito e tolerância, com preferência ao espírito democrático. De outra parte, a administração da Educação dever ser dinâmica e ajustar-se às mudanças da sociedade, em busca de constante aperfeiçoamento e melhoras efetivas. Essa área, de fundamental importância para o nosso País e para Goiás, não comporta o medo de mudança de paradigmas, quando necessário – como acontece nos dias de hoje.
(Presidência da Aflag, via e-mail)
Marias e Clarisses
“Chora/A nossa Pátria mãe gentil/Choram Marias e Clarisses/No solo do Brasil”. Trecho da letra do clássico da música popular “O Bêbado e a Equilibrista”, composto na década de 70 por João Bosco e Aldir Blanc, com interpretação da inesquecível Elis Regina. O verso faz referência direta aos exílios impostos durante o regime militar a artistas famosos, particularmente, no caso focalizado, à volta do irmão do Henfil que finalmente regressaria e prestaria ainda inestimável serviço social antes de sua partida definitiva. Daquela época até os dias de hoje, o Brasil percorreu um longo trajeto que convergiu para um presente dominado por governos petistas cujos últimos mandatários presidenciais, Dilma e seu principal mentor, são responsáveis diretos pela adoção de medidas de política econômica desastrosas e por gastos desatinados, com o propósito exclusivo de manter o poder, que resultaram no atraso do País, já facilmente detetado, na falência da sua maior empresa pública e no quadro inquietante de inflação e desemprego que angustia a família brasileira, tudo com o pano de fundo de um triste ambiente de corrupção corrosiva. Não é absurdo, portanto, sugerir aos compositores, caso se decidam pela criação de um poema igualmente brilhante destinado a refletir a atual conjuntura, que mantenham algo parecido com o verso citado, pois, por motivos diferentes do exílio, de novo ouve-se o choro de Marias e Clarisses no solo do Brasil.
(Paulo Roberto Gotaç, via e-mail)
Procura-se o dono do tríplex
Frequentemente ouvimos dizer que todos podem ter dinheiro, desde que se comprove sua origem. Normal e assim deveria ser para todos. Mas com o pessoal que assaltou a Petrobras, as coisas não são bem assim. A começar pelo ex-presidente Lula, o homem que se dizia defensor dos pobres, vive nababescamente, mas se envergonha de dizer que é dono de imóveis e propriedades e, por isso, mora de favor, assim como seus filhos. Tudo muito suspeito. O sonho de toda pessoa é ter seu imóvel, no caso do governo do PT, a mágica é pousar de coitadinhos, até porque o partido tem um histórico de atacar a riqueza e como ser um deles? Como alguém decora um apartamento, compra itens, manda construir áreas específicas e aceita ser financiado por empreiteiras e depois nega ser o dono do imóvel? O tríplex do Guarujá corre um sério risco de ser invadido pelos sem tetos, visto que não tem dono. O PT acha que ainda tem cacife para enganar seus eleitores contando mentiras inadmissíveis? A sociedade não quer um mártir, quer sim que as picaretagens feitas usando o dinheiro dos brasileiros sejam esclarecidas e seus beneficiários punidos. Simples assim.
(Izabel Avallone, via e-mail)


